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AronTinuviel

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~AronTinuviel - Jornais

  6 jornais


Um beijo confuso

Postado em 05/07/2009 23:30

Hoje o sol radiava, nem acreditava que depois desses dois meses frios o sol fosse aparecer. Acredito que aquele ditado sobre depois da tempestade vir uma calmaria esteja certo. Não só em relação ao tempo, mas em relação a mim também.
É claro que não era muito fácil vê-la quase todos os dias, falar com ela, sorrir pra ela e fingir que está tudo bem, mas com o passar do tempo eu quase não prestava mais atenção nela e me acostumava com a situação. Juno, que estava sempre desligada da sala, escondida em um canto, se sentava agora ao meu lado. Nunca fiquei sabendo exatamente o que aconteceu com ela, mas de qualquer forma sentia-me bem ao seu lado. Era uma pessoa compreensiva, gentil e confiável.
Mas como eu dizia, o sol estava bem radiante e eu sorria para Juno, enquanto estávamos sentados naquela escada. Aquele era um lugar de lembranças de outrora, mas hoje era um lugar para rir com Juno...Tah, eu rir e ela dar um meio sorriso. Juno apesar de ser uma boa pessoa, não era muito de rir de qualquer coisa como eu sempre fazia.
Naquele momento, vi Mary passeando na quadra segurando uma bola de vôlei. Não me incomodei e voltei a falar com Juno sobre um assunto muito irrelevante que a professora de português havia abordado. Fiz algumas piadas e vi a Juno abrindo um sorriso enorme, gargalhava da piada e eu não entendi o motivo. Estaria ela tendo um delírio? A piada nem era tão engraçado assim.
Escutei um tímido “oi” às minhas costas e reconhecendo a voz.
Mary me perguntava se eu queria jogar vôlei. O silêncio se abateu entre nós. Não nos falávamos muito justamente por causa desse clima que ficava entre nós toda vez que nos encontrávamos.
Olhei para Juno e perguntei se ela queria. Juno respondeu que não queria, mas se fosse para passar um tempo a mais comigo ela iria.
Eu não entendi muito bem aquilo e fiz uma cara realmente estranha com a sobrancelha direita levantada. Respondi a Mary que iríamos e nos dirigimos ao centro da quadra.
Era impressão minha ou Juno estava me intimando a ficar no mesmo time que o dela? Bom...De qualquer forma funcionou, pois eu realmente fiquei no time dela.
Não imaginava que a Juno jogava tão bem e o melhor era que formávamos uma ótima dupla. Ganhamos o jogo justamente contra o time em que a Mary estava.
Íamos nos despedindo quando vi aquele garoto sair não sei de onde e beijar Mary de uma forma realmente avassaladora. A minha expressão se alterou um pouco e talvez por causa daquele transe em que estava nem senti quando Juno me puxou para um beijo bem intenso.
O que fiz foi retribuir...Não tinha motivos para afastá-la, mas ela tinha motivos pra me beijar?

Aron: Aeeeeewww eu peguei alguém...

Tah mais pra foi pegado!

Juno: Ei! O que você fez? ò.Ó

Mary: Suaaa....Não toque no MEU Aron

Juno: Não é mais SEU Ò.Ó

Explicações, no prox cap!


Escutando: Fangas
Lendo: Fangas
Assistindo: Fangas
Jogando: Fangas
Comendo: Fangas
Bebendo: Fangas

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Tomada de maneira fria.

Postado em 10/06/2009 20:06

Ele chegou na minha vida quando eu deixei a de Aron. Era completamente diferente de você, meu querido. Não possuía seu toque quente, tão pouco seus lábios ressecados.
É engraçado, mas fico comparando-o com você o tempo todo. Não fui à escola hoje porque ele me pediu. Disse que queria passar aqui em casa para...Ainda não sei. Ele apenas disse que me queria em casa hoje. Se fosse você, iria me obrigar a ir para a escola. No fundo você era o certo, não ele.
Desde a última vez, me recusava a olhar para o espaço que havia fora do meu quarto. Queria evitar as minhas lembranças sobre você.
Ele era concerteza mais alto do que você e menos romântico. As mãos eram geladas e ásperas, as suas eram macias e quentes. Você sempre teve todo um carinho comigo, um jeito de me tratar. Ele...Eu não sei...É como se...Fosse pouco.
Ele me beijou. Senti o gosto de sua boca e o beijei mais apaixonadamente, entretanto, o beijo se tornou mais feroz. Ele me sugava como se fosse a necessidade que nós, humanos, temos de sugar o oxigênio. Quando nossos lábios se separaram, procurei imediatamente por ar. Era como se ele tivesse absorvido tudo dentro de mim.
Ele me puxou para perto e ao invés de eu sentir prazer, eu senti nojo de mim mesma.
Ele me jogou na cama e fez o que você jamais faria. Me obrigou a transar com ele.
Ele era selvagem e só se importava com seu próprio prazer. Me sentia suja com isso.
Como pude trocar o paraíso pelo inferno?
Agora aqui estou, deitada em minha cama enrolada em um lençol. Um espaço vago ao meu Aldo e em meu coração. Queria novamente sentir o seu calor, Aron. Como posso novamente tê-lo comigo?
O que estou dizendo? Fui eu que te abandonei...Oh como me arrependo disso!
Você me aceitaria de volta?


Aron: Tahhh, né! o.õ

Mary: Aron, come back to me *-*

Aron: Sai de ré Satanás!

Juno: Vamu parar com o besteirol e ecerra logo essa budega u.ú

Aron: Haaaai



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Um dia de aula acinzentado.

Postado em 04/05/2009 22:03

Acordei e percebi que o dia estava nublado. Para onde eu olhasse, havia as nuvens acinzentadas de um dia tipicamente frio. Um dia tipicamente você.
Não havia a simples brisa gélida de outrora, mas sim uma intensa rajada de ventos fortes.
Arrumei-me para a escola sem nenhuma motivação. Geralmente não tinha, entretanto, nesse dia em questão, nada, nem mesmo a minha matéria favorita, química, me dava alguma motivação.
Entrei na sala um pouco apreensivo. Será que sabiam de mim?
Olho todos ao meu redor e procuro por Mary, aquela por quem sofro. Percebo que parecem cada vez mais longe de mim, ou sou eu que estou longe deles.
Juno nem me reconhece. Me encontrou ontem a noite naquela chuva torrencial, no pior estado que, alguém como eu, poderia estar.
Lembro-me bem da expressão que ela fez. Parecia sentir a dor junto comigo, parecia querer me ajudar, mas sem saber como. Será que ela já sofreu um abandono? Não sei.
Agradecia a Deus por ela não ter contado a ninguém sobre o estado deplorável em que me encontrara.
Eu cheguei na sala hoje de manhã sem muitas expectativas. Esperava alguns me fitando com aquele olhar penoso, e outros, mais precisamente aquelas cinco garotas fofoqueiras sentadas na fileira do meio, cochichando maldosamente sobre mim.
Para a minha surpresa, a turma estava indiferente. Estampei, falsamente , o meu melhor sorriso, e enfrentei a aula com uma motivação mais mentirosa ainda.
Juno era a única que não acreditava naquele sorriso, embora não me olhasse penosamente, é claro.
Havia nela uma compreensão infinita, da qual eu queria saber qual era. Queria saber a história dela. Como parecia conhecer tão bem meus sentimentos?
Tomei um susto. Era o sinal da escola tocando estridentemente. Que ódio desse sinal!
Levantei-me de minha carteira branca com detalhes esverdeados. Coloquei a mochila acinzentada nas costas e já saia da sala quando aquela estranha brisa tocou meu rosto rumando para a porta da sala.
Mordi o lábio inferior contendo alguns soluços. Senti os olhos arderem pedindo para deixar as lágrimas e alguém me puxou. Fazendo com que eu volte para a minha realidade inevitável.
“Não devia chorar na frente dos outros. Isso só os fará sentir pena de você”.Foram as palavras de Juno.
Depois disso não vi mais nada. Havia tantas pessoas me empurrando apressadamente para deixar a sala que vi somente alguns fios alaranjados de Juno desaparecerem em meios as pessoas.
Por fim, nem a vi novamente. Deve ter saído despercebida, perante toda aquela multidão.
Cheguei naquela tarde com meu irmão pedindo para conversar comigo. Sabia que eu não estava bem. Contei-lhe tudo. Acham que eu fiz bem?
Agora me vejo aqui, frente a este monitor, contando a vocês meus caros leitores, tudo o que aconteceu após aquele turbilhão.

Será que Juno sofreu algo parecido?

Aron: Colocou até a Juno-chan no meio do seu balaio?

Sim! U.ú

Mary: O próximo é meu.



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Um dia de sol em que penso em você

Postado em 29/04/2009 19:45

Debruço-me na janela. Quero sentir o cheiro das flores do jardim.
Jasmin, margaridas, cravos e um leve odor da roseira recostada na cerca. Vejo nós dois passeando por aquele espaço, perdidos num tempo só nosso.
Os raios do sol, banham meu rosto, aquecendo meu coração.
Sinto suas mãos firmes em minha fina cintura, sinto seu hálito quente em meu pescoço, sinto seus lábios ressecados beijarem a minha pele alva.
Viro-me para poder beijar-te. Não vi ninguém. Doce ilusão.
Você jamais viria me ver. Eu te abandonei, Aron.
Será que tem outra em sua vida? Será que sente minha falta?
Você sempre superou as mais terríveis situações com um sorriso. Será que me superou com um sorriso?
Seja lá o que aconteceu com você, tudo é culpa minha. Te amo, mas não posso viver ao seu lado. O porque eu já esqueci, mas mesmo que eu lembrasse não quero entrar na sua vida e bagunçá-la novamente.
Desvio o olhar da janela, abaixando levemente a cabeça. Se estivese aqui, diria que eu quero chorar, e que esse era o meu geito de disfarçar as lágrimas, que já desciam pelo meu rosto como cascata.
Como fui burra ao te deixar...

Aron: Errr... Boiei o.õ

Tive uma ideia lendo o último jornal, e resolvi fazer como se fosse uma fanfic. A cada jornal vou escrever os pensamentos do casal. Primeiro Aron, depois a garota (Só lendo o próximo jornal pra saber quem é [Não vale falar nada Igor ò.ó])

Aron: No caso, o prox é meu? o.õ

Exato!

Aron: Vai ter final feliz?

Sou eu que estou escrevendo.

Aron: Ahhh é. O escritor dramático -_-"

Então pronto. Final feliz nem pensar è.e

Aron: Quem vai morrer, ou se suicidar?

Não sei...Quem sabe è.e

Lendo: o último jornal

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Uma noite de reflexões e emoções

Postado em 26/04/2009 01:39

A noite se mostra cada vez mais próxima de mim, enquanto sentado num banco de praça, permito-me ponderar sobre os mistérios da vida.
Uma brisa friamente suave meche lentamente com minhas lisas melenas loiras. O contato gelado com mínimas partes expostas de minha pele alva, faz com que me arrepie até os pelos da nuca.
Sinto-te aqui do meu lado, por motivo que ainda não sei. Talvez fosse seu contato. Leve, suave, passageiro e frio como a brisa que sinto agora.
Como posso suportar a dor de não te ter?
Saber que está tão longe de mim agora me traz sensações que há muito tinha jurado jazidas no fundo do meu peito. E agora, com essa simples brisa, toda a amargura de outrora se desperta do profundo sono que eu havia imposto.
Mordo lado direito do meu lábio inferior. Se estivesse aqui diria que estou com vontade de chorar, e esse gesto, é para conter os soluços que já se faziam presente.
Como odiava ter sido desvendado tão facilmente por você. Como odiava ter sido idiota em acreditar em você.
A noite, que há pouco se manifestava limpa, agora prometia uma terrível tormenta, mas eu nem ligava. Estava ocupado demais derramando lágrimas por quem não merecia.

Aron: Errr...Arnon, você está bem?

To por quê?

Aron: Você leu o que escreveu?

Li sim, por quê?

Aron: Parece até que levou um toco de alguém O.O

Ahhh, não! Eu só escrevi. Deixei minhas mãos trabalharem por mim. ^-^

Aron: Ao menos você ainda não perdeu completamente o dom. ^^”



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Inauguração

Postado em 21/04/2009 23:55


WEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE PRIMEIRO POST NO JORNAL *-*

Aron: Sobre o que você vai falar, meu belo vaso cristalizado, Arnon Azevedo.

Não sei. Sobre minha vida quem sabe?

Aron: HAHAHAHA. Na sua vida não acontece nada, meu aventureiro caseiro, Arnon Azevedo

Urusai, baka Aron! ò.Ó

Aron: Mas é verdade. Na sua vida nada acontece de bom.

É por isso que eu escrevo sobre personagens imaginários \o/

Aron: Falou como se estivesse realmente escrevendo algo. Faz 6 meses que você não chega em nenhuma conclusão sobre suas long-fics, meu poeta sem palavras, Arnon Azevedo.

Urusai, baka Aron Ò.Ó

Aron: Mãããã =X

Que isso? Ta imitando o Rafa é?

Aron: Você mandou eu calar a boca, não foi?

Foi, mas...

Aron: Então, tô fazendo mudinho MÂÂÂÂ

Affew, eu mereço -_-"

Aron: Mãmã mãããã mãmãmãmãmã mããããããã

Eu vou arracar sua lingua, e você vai ter realmente um motivo pra fazer mã ò.Ó

IIIIIIIIIIIIIIII NADA A VER XD

Pois eh, hoje eu estou sem nenhum ataque criativo, mãããss, assim que tiver eu posto algo ;D

Desculpa se o texto que vocês leram não era de grande importância, mas prometo que eu escrevo algo útil da próxima vez xD


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