Nome: Bruna Miyadahira [aka bru-miyadahira]
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Miyada-chan

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~Miyada-chan - Jornais

  3 jornais


Original: Stand by Me;

Postado em 28/10/2011 01:40


A festa de encerramento da academia estava chegando e, pela primeira vez, Videl estava ansiosa por isso. Tinha comparecido no ano anterior apenas por obrigação social, mas, desta vez, havia um motivo especial para ir. Claro, teria que tomar cuidado com os olhares de Marcelo e seu pai, porém, nada apagaria o fato de que ela e Mario iriam como um casal. Quer dizer... O italiano ainda não a havia convidado ainda, mas Videl acreditava que o convite era tão óbvio que não precisava ser proferido.

Ela estava voltando da aula de herbologia e acabara de pisar no átrio do castelo quando sentiu um braço envolver sua cintura e um beijo estalar em seu rosto. Mario a soltou logo em seguida, ainda assim, Videl corou no mesmo instante. Ainda não se acostumara com as demonstrações de afeto do loiro, além do receio de que Pimmano pai ou Aoki pai ou ambos vissem aquilo e desconfiassem de algo. – Já almoçou? – Ela meneou a cabeça. – Acordei atrasada para a aula da Andrieux-sensei. Mal tive tempo pra tomar café da manhã. – Ele, então, se ofereceu para acompanhá-la até o salão principal. Ela agradeceu, mas disse que passaria no dormitório primeiro e o encontraria no salão em vinte minutos. Ele concordou e se despediram na escada. Havia pisado apenas no primeiro degrau quando ouviu uma voz familiar chamar o italiano. Por curiosidade, ela parou. Uma juste morena de olhos azuis se aproximou dos dois. Videl não a conhecia direito, mas já conversara com ela algumas vezes nas aulas. Não sabia sequer que a garota conhecia Mario.

Parecendo ignorar a oriental na escada, a justina perguntou, sem rodeios e com um sorriso nos lábios, se o garoto aceitaria ser seu acompanhante na festa que se aproximava. Videl sentiu pena da garota naquele momento e esperou que Mario dissesse que já tinha companhia. Porém, ao invés disso, ele apenas passou o olhar da nobleana para a Justina e de volta para a nobleana. A oriental não queria acreditar no que via, mas não podia negar que o que via no olhar do garoto era a mais pura dúvida. Mario não sabia o que responder.

Ela não disse nada. Apenas deu de ombros e tornou a subir as escadas, ignorando o chamado do loirinho. Não devia ficar chateada, afinal, não era nada oficial. Então, por que doía? Virou a próxima esquina à esquerda, decidindo pular o almoço e passar o resto do dia na cama.



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Original: hayoko

Postado em 02/10/2011 22:55


Era a primeira vez que pisava em um lugar tão... Emocionante. Passara toda a sua vida sendo uma garota bem comportada. Ótimas notas na escola, obediência completa aos pais, nenhuma reclamação de quem quer que fosse. Mas isto a estava sufocando e depois que foi pedida em casamento pelo único namorado que teve durante toda a sua vida, o sentimento só aumentou. Não queria acabar a sua vida daquele jeito brega e finalmente havia encontrado a coragem para isso. Terminou o noivado, sob o protesto dos pais, apenas dois dias depois de ser pedida e mudou-se para Tokyo. Se queria alguma diversão, sabia que só havia uma pessoa que podia ajudá-la.

- Yoko-chan! – O sorriso amigável da velha conhecida quase derreteu o coração de Yoko. Quando decidiu procurar a antiga colega de classe, não sabia se Megumi estaria disposta a recebê-la ou se sequer lembrava-se dela. Ficou feliz em saber que todas as suas suposições estavam erradas. – Oh! Kaito-kun pediu você em casamento? – Yoko não entendia o choque da garota, achava que todos os seus colegas já esperavam por esse resultado em sua vida. O choque não devia ser por ela terminar o noivado? Sem agüentar a curiosidade, deixou que a pergunta escapasse de seus lábios e recebeu um sorriso de Megumi como resposta. – Digamos que, de alguma forma, eu sabia que você viria me procurar. – A frase havia sido vaga demais, mas Megumi se recusou a dar mais detalhes sobre o que estava pensando. – O importante é que você quer virar seu mundo de cabeça para baixo e eu sei exatamente como fazer isso. Vamos! Está quase na hora.

-o-

Era difícil dizer se o que a deixava mais envergonhada era a roupa minúscula que Megumi a obrigara a colocar ou a roupa ainda menor usada pela colega ou o fato de que meia dúzia de homens pareciam olhá-la como se fosse a ultima mulher da face da terra. – Não tenha medo, Yoko-chan. Eles gostam de carne nova, mas nunca vão fazer algo que você não queira. – Ela assentiu, ainda temerosa, e passou os olhos por um grupo de corredores que parecia se agitar. – O que está acontecendo?
- Hmmm... Parece que alguém foi desafiado para uma corrida, nada dema... AH! Takashi-kun! – Megumi se jogou nos braços do recém-chegado, dando-lhe um beijo que Yoko classificou como “íntimo demais para ser publico”. – Eu vivo dizendo para eles arrumarem um motel, mas nunca me escutam. – Yoko estremeceu. Tinha se assustado por não perceber aquele homem se aproximando dela, porém, foi o hálito quente dele em seu pescoço, bem como o sussurro em seu ouvido, que fizeram ela se arrepiar. Yabai!

Virou-se e encarou seus olhos puxados. Quando ele sorriu, Yoko sabia que não havia mais nada a ser feito, tinha sido pega pelos encantos dele. Hayato tinha essa aura misteriosa e sexy o envolvendo e, desde que aprendera a controlá-la, não havia perdido a conquista de uma só mulher. Sabia que já tinha ganhado a noite, mas, ainda assim, queria ter todo o trabalho de seduzir aquela mulher, apenas pelo prazer de vê-la corar e estremecer mais uma vez. – Você não parece ser o tipo de mulher que costuma freqüentar essas festas. – De fato, ela não era e não havia nada que pudesse pensar em falar naquele momento para contradizê-lo. Respirou fundo. – É a primeira vez que venho para Tokyo, nunca tinha ouvido falar de um lugar como esse. – Ele sorriu, fazendo o coração de Yoko disparar. – Então... Deixe que eu mostre o lugar pra você. – Megumi ainda foi capaz de observar a colega afastando-se, as mãos de Hayato roçando nas suas. Kuso! Não era sua intenção que a noite de Yoko terminasse desse jeito, mas simplesmente não tinha conseguido se conter quando viu Takashi andando em sua direção. De qualquer forma, não havia como impedi-la. Não depois que Hayato a escolhera como alvo.

-o-

Já faziam duas horas desde que Hayato a vira pela primeira vez. Não sabia exatamente porque, mas aquele jeito envergonhado de quem não pertence ao lugar simplesmente tinha despertado seu interesse. E o fato de que ela estava acompanhada da atual ficante de Takashi era apenas um detalhe que facilitava as coisas. Só precisou esperar o amigo ir de encontro à Megumi e aproveitar a chance para se aproximar dela. Tinha valido a pena. Agora, ele se divertia vendo-a desviar os olhos e corar cada vez que ele completava uma frase de forma insinuante e, ao mesmo tempo, desentendida. Yoko captava cada mensagem subliminar em suas palavras, sabia disso, e sua reação completamente diferente da que estava acostuma (como ver a mulher se jogando em seu colo) tornava a conversa mais interessante. Porém, já estava cansado daquele joguinho, estava na hora de recolher seu prêmio.

Em um momento oportuno, tirou uma mecha de cabelo dela de seus olhos e acariciou seu rosto. Palavras não precisaram ser ditas. Ele apenas sorriu e se aproximou dela, observando-a fechar os olhos, até que... Seu telefone tocou. Kuso! – Sumimasem. – Ele desculpou-se e levantou-se, indo atender ao telefone. Yoko não teve reação além de observar o homem se afastar alguns metros, enquanto revia tudo o que tinha acontecido. Tinha beijado um desconhecido. Quer dizer, quase. Ainda assim, a sensação era de que Hayato realmente tivesse tocado seus lábios. Seu coração estava palpitante, suas mãos suavam, parecia uma garotinha de treze anos prestes a dar seu primeiro beijo. Não, era mais que isso. Porque ela sabia que, como um homem como Hayato, aquilo não ficaria apenas no beijo, o que significava que realmente seria sua primeira vez.

Quando ele desligou, Yoko teve a esperança de que pudesse voltar aonde tinham parado e decepcionou-se ao ver a resposta em seu rosto. – Parece que vou ter que me retirar mais cedo essa noite. Vou te acompanhar até sua amiga. – Ela meneou a cabeça, aceitando, e o acompanhou até um par de carros estacionado longe da multidão. No início, não entendeu o que estava acontecendo, entretanto, logo pôde perceber que o vidro de um deles estava embaçado. Hayato bateu na porta duas vezes, sem cerimônia, e foi atendido por um Takashi nervoso e sem camisa. – O que você quer?
- Acha que estou feliz em te chamar no meio da noite? Seu tio nos quer de volta em 10 minutos. – Takashi esbravejou e se virou para Megumi, pedindo desculpas pelo inconveniente. Enquanto a garota enrolava para descer do carro, Hayato se virou para Yoko. – Espero que possamos continuar nosso encontro em uma próxima oportunidade. – A olhada sugestiva para o Mazda RX-7 ao lado fez a garota desviar o olhar para o chão, incapaz de responder qualquer coisa. Megumi juntou-se então a ela e as duas observaram os carros.

Ela suspirou.

- Yoko-chan, tem uma coisa que eu preciso dizer sobre eles. – Curiosa, Yoko ergueu uma das sobrancelhas. – Não tem jeito fácil de falar isso, então aqui vai a verdade, nua e crua: Takashi é sobrinho do mais poderoso chefe da Yakuza. Hayato é seu braço direito. – A noticia fez Yoko arregalar seus lindos olhos amendoados. Era isso, então, o motivo da ligação? Yabai! Apesar de ser uma garota do interior, ela sabia o quanto era perigoso se envolver com um mafioso, ainda mais um de alto escalão como Megumi o descrevera. Tinha sido melhor assim, no fim das contas.

-o-

Ou não.

A verdade é que, depois daquela noite, Yoko foi incapaz de esquecer a sensação de estar perto de Hayato. Agora que revivia tudo em sua mente, sabendo qual era a sua profissão, tudo parecia ficar ainda mais excitante e envolvente. Todas as noites que voltou para o ponto de encontro dos corredores de drift, ela procurava, inconscientemente, os olhos dele no meio da multidão. Não havia mais como negar. Ela queria ele. Precisava dele. Era o tipo de coisa arriscada e louca que desejou fazer por toda a sua vida. E mais! Sabia que seria algo de apenas uma noite, o que tornava tudo ainda mais instigante. Decidida a ter o que queria, ela passou a perturbar Megumi para que fossem todas as noites para o ponto de encontro. Megumi, por sua vez, achava que Yoko tinha perdido toda a sua razão ao mesmo tempo em que era interessante ver esse lado desesperado e meio pervertido vindo da garota mais certinha da escola. Por isso, ela a ajudou. Utilizou de seus melhores contatos para saber exatamente quando a dupla dinâmica da máfia apareceria e, no tal dia, levou a amiga ate lá.

Para sua decepção, Hayato estava acompanhado por uma garota que parecia obstinada a passar a noite toda grudada em seu pescoço. Porém, a obstinação (e paciência) de Yoko era ainda maior. Além disso, ver as mãos do homem deslizando pelo corpo da companheira sem pudor algum a deixava ainda mais ansiosa para tê-lo. Esperou durante quase toda a noite, afastada, até que por um motivo desconhecido Hayato finalmente ficou sozinho. Bom, o motivo não era tão importante quanto a conseqüência. Yoko caminhou, confiante, até o homem encostado em seu carro, recebendo um sorriso de Hayato assim que ela entrou em seu campo de visão. Chegou a abrir a boca para dizer algo, mas Yoko não permitiu isso. Com uma habilidade que nem mesmo ela sabia de onde tinha saído, segurou a gola da camisa dele e o puxou para um beijo quase cinematográfico, cheio de desejo. Separaram os lábios logo em seguida, arfando. – Vamos sair daqui. – Ela lançou um olhar para o Mazda e ele sorriu, concordando. Aquela Yoko parecia muito mais confiante e certa do que queria do que aquela que conhecera noites antes, mas Hayato não podia negar que isso o deixava ainda mais fascinado.

Yoko sabia das conseqüências daquela noite. Sabia que estava indo longe demais com um mafioso. Sabia que ele a deixaria pela manhã e nunca mais ouviria falar dele. Só não sabia que aquele caso traria conseqüências muito maiores. Não sabia que, dalí há alguns meses, sentiria enjôos, dores e tonturas. Não sabia que uma bela garotinha entraria em sua vida em pouco tempo. Não sabia que seria ela que faria de tudo para que Hayato não a encontrasse, temendo que ele pudesse levar sua filha para um mundo escuso. Ainda assim, decidiu não esconder o sobrenome dele. Videl Aoki. Sua filha tinha todo o direito de procurar pelo pai, caso isso lhe interessasse algum dia.

Muito embora Yoko fosse fazer o possível para que isso não fosse necessário.



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Make the fireflies dance!

Postado em 26/11/2008 22:14


Ela respirou fundo e olhou-se no espelho. O dia havia chegado.
- Se acalma, vai dar tudo certo. – Sua prima estava certa. Sorriu para ela como forma de gratidão e as duas se dirigiram à entrada do cinema. Sentaram-se em um banquinho perto da loja de doces.
Ela olhou para o relógio. Ele estava atrasado, mas tinha avisado. O coração dela batia mais forte a cada segundo que se passava. Foram longos minutos de espera, até seu celular tocar.

Kiss me out of the bearded barley.
Nightly, beside the green, green grass.
Swing, swing, swing the spinning step.
You wear those shoes and I will wear that dress.


- Alo?
- Oi, onde você está?
- Na frente do Cinemark.
- Eu não to te vendo.
- Pera só um pouco. – Realmente, ela estava um pouco escondida. Puxou sua prima dali, sem dizer nada a ela e sem desligar o telefone. – Achei você! – Desligou o telefone e correu em direção ao seu amado. Sim, era a primeira vez que eles ficariam, mas ela já sabia que o amava.

Oh, kiss me beneath the milky twilight.
Lead me out on the moonlit floor.
Lift your open hand.
Strike up the band and make the fireflies dance,
Silver moon's sparkling.
So kiss me.


Timidamente, cumprimentou ele com um beijo no rosto e apresentou sua prima.
- Meu amigo vai demorar. – A garota olhou para a prima, não queria que ela ficasse de vela. Para seu alivio, após algum tempo de conversa a situação foi parcialmente resolvida.
- Tô cansada da ficar em pé. Vou sentar ali. – A companheira apontou para o único lugar vazio e deixou o casal sozinho.
- Você quer sentar também? – Ela o achou muito fofo se preocupando com ela.
- Quero, mas não tem mais lugar.

Kiss me down by the broken tree house.
Swing me high upon its hanging tire.
Bring, bring, bring your flowered hat.
We'll take the trail marked on your father's map.


Eles resolveram se sentar na escada, porém não demorou muito para serem avisado que não poderiam ficar ali.
- Se fosse no Raposo eles não estariam nem ai. – Os dois riram do comentário dele. Ela se sentia tão bem ao lado dele que mal podia acreditar que aquilo não era um sonho. Eles se levantaram e pouco tempo depois encontraram dois lugares para se sentarem, um pouco longe da prima dela.

Oh, kiss me beneath the milky twilight.
Lead me out on the moonlit floor.
Lift your open hand.
Strike up the band and make the fireflies dance,
Silver moon's sparkling.
So kiss me.


Como era possível amar uma pessoa que você mal conversava? Ela tinha passado dias admirando ele de longe e estava prestes a descobrir que ele também a observava. Conversavam sobre tudo que tinham passado sem saber. Ela tentava convencê-lo de que tinha feito de tudo para ele perceber que ela gostava dele, sem que ele percebesse. Enquanto ele continuava afirmando que não tinha como ele perceber as indiretas dela. Estavam rindo quando aconteceu.

Oh, kiss me beneath the milky twilight.
Lead me out on the moonlit floor.
Lift your open hand.
Strike up the band and make the fireflies dance,
Silver moon's sparkling.
So kiss me


Um silêncio tinha se instaurado entre eles. Ele deu uma rápida olhada na direção da prima dela, para se assegurar que não estava sendo vigiado. Então se voltou para ela e fitou seus olhos.

So kiss me

Se aproximou dela entreabindo seus lábios. Ela corou, se deixando levar pelo beijo dele. Era muito melhor do que ela jamais tinha imaginado.

So kiss me

Eles se separaram para respirar, mantendo as testas grudadas e os olhos fechados. Ali começava um lindo romance.

So kiss me

Já se passaram 2 anos e 11 dias e ela não poderia estar feliz se não o tivesse ao seu lado. Agora, era gostaria de agradecer aos seus amigos que fizeram o sonho dela se tornar realidade (e que provavelmente nunca irão ler isso): Thiago, Natalia, Priscila, Bruna, Ewerton e Kellen, e dizer ao seu amado que ela sempre estará ao seu lado e que não importa o que aconteça, ela nunca deixará de amá-lo.

MOZINHO, TE AMO MAIS!

Escutando: ~Kiss Me - Sixpence None The Richer
Lendo: ~[Naruto] O Tempo e a Esperança
Assistindo: ~Gossip Girl
Jogando: ~Nada
Comendo: ~Nada
Bebendo: ~Nada

[Inner: Ai que lindo *.*
*olha pra ultima parte* Como você consegue escutar, ler e assistir três coisas ao mesmo tempo?
Eu: Não me pergunte... Nem eu sei xD]


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