Mansão Alighieri
Afastada da cidade, há uma densa e fechada floresta com árvores grandes, imponentes, negras e discretas. Que rejeitam e expulsam qualquer um que tente se aventurar nela. Onde nem a luz do Sol chega, bloqueada pela copa das árvores. E nem os lobos se atrevem a adentrar a escuridão.
No coração desta Floresta, cercada por árvores e um riacho próximo, está a antiga Mansão Alighieri.
Duas fontes, que lançam um líquido de cor duvidosa, postam-se a frente da mansão, como se espantando quem ousasse se aproximar. A fina porém densa névoa sobe frequentemente do solo, exalando uma sensação de terror, perigo e vigilância.
Larga, comprida e alta, porém estreita. A Mansão tem uma cor marrom sóbria e monocromática, com poucas janelas trancadas com cadeados e fechadas por grandes tábuas.
Grandes esculturas de homens com expressões de dor e sofrimento se postam inseridas na parede externa da mansão, como se segurassem o teto, feitas por Toreadores
antitribu.
A mobília é decorada em geral, em preto e vinho. Há sempre recipientes de vidro com sangue fresco em mesinhas em cada cômodo.
Inúmeros quartos para hóspedes e grandes, grandes salas de reuniões fortemente protegidas.
A Adega, fundo no subsolo, é utilizada pelos vampiros como reserva de sangue, onde se guardam corpos frescos.
A Sede de Reuniões e Estratagemas do Sabá.