Nome: Brenda
Email: Indisponivel
Status: Usuário
Sexo: Feminino
Localização: Vitoria/ES
Aniversário: 9 de Julho
Idade: 18
Data de Registro: 16/01/2008 18:01
Última visita: há 23 horas
Status: Offline
Página:

Blog:


Amigos: 
Comentários: 
Fanfics: 
Favoritos: 
Fórum: 
Galeria: 
Grupos: 
Jornal: 
Letras: 
Reviews: 
Videos: 
92
8
0
4
0
0
12
6
0
0
0
garotamanga

  Perfil    Amigos    Atualizações    Comentários    Fanfics    Favoritos    Fórum    Galeria    Grupos    Jornal    Letras    Reviews    Styles    Videos 

~garotamanga - Jornais

  6 jornais


anjo de cristal

Postado em 19/09/2008 09:02

"Uma vida vazia
Sem sentimento nem valor
Começar o dia sonhando com o seu fim
Esperar algo que nunca chega
Uma monotonia interminável
Com tudo isso
A morte se torna imensamente desejável..."


Permalink Comentários (0)

COMO CÉU E TERRA!

Postado em 10/06/2008 20:30




Como céu e terra.
Tão próximos e tão distantes
Como céu e terra
Vivendo um sentimento constante

Os fragmentos de um amor
Os fragmentos de uma alma.
Caídos no chão e perdidos no tempo

Uma alma em pedaços
Sem mais forças para lutar
Um coração perdido
Sentindo o seu mundo acabar.

Uma alma cansada
Que já não sei o que fazer
Se luta e perde tudo ou
Se afasta e não perde “nada”

Mais o nada não existe
E algo ele ira perder.
Talvez não seja para as garras da morte
E talvez não seja para a solidão.

Os fragmentos de um amor
Os fragmentos de um coração partido.
Sentimentos levados pelo vento
Sensações de um tempo a ser esquecido.

Como céu e terra
Tão próximos e tão distantes
Como céu e terra
Ambos dividindo um sentimento ofuscante.



Assistindo: VIDEO DE NARUTO E SAKURA

Permalink Comentários (1)

Versos para a Morte

Postado em 29/05/2008 19:09


Não vejo na vida qualquer beleza
Não vejo na vida qualquer encanto
Estou mergulhado nas profundezas da tristeza
A Morte acolheu-me em seu negro manto

Viver a vida foi um erro fatal
A vida abandonou-me à própria sorte
O desprezo, a solidão e uma tristeza infernal
Levaram-me então a viver a morte


Morte, te entrego meus sentimentos,
Minha tristeza e meu corpo
E declaro nesse melancólico momento
Que anseio muito por estar morto


Morte, entoe sua melancólica melodia
Sim Morte, quero ouvir seu canto
Não quero mais ver a luz do dia
Não quero mais enxugar meu pranto


Se não consigo mais sorrir
e só vivo a lamentar
Morte, cante para eu dormir
e nunca mais acordar



[b][u][i]

Lendo: a menina que roubava livros

Permalink Comentários (1)

FELIZ ENCONTRO

Postado em 13/05/2008 19:13


Sentada espero
Para poder ser feliz,
Sentada desespero
Mas ninguém nada diz.

Sozinha desespero
Querendo do sonho acordar,
Sozinha eu quero
A felicidade encontrar.


Sentada espero
Pelo dia em que sorrirei.
Esse dia será meu enterro,
Quando com a Morte me encontrarei.

[b]

Lendo: A menina que roubava livros

Permalink Comentários (0)

FLORES NEGRAS

Postado em 13/05/2008 18:22


Recolham as flores negras
do jardim do inferno,
Flores regadas com minhas lágrimas
de sofrimento eterno,
Flores sombrias
e cheias de espinho,
Flores que plantei
quando sofria sozinho,
Flores frágeis,
mas de caule forte,
Flores amargas,
com perfume de morte!

Recolham essas flores,
tão tristes e letais,
Que ouviam minhas dores
e agora não ouvirão mais,
Recolham essas flores,
de aparência sombria e pura,
Recolham todas elas,
e depositem em minha sepultura!

[b]

Escutando: minha irmã reclar do meu comportamento

Permalink Comentários (1)

conspiração da culpa

Postado em 13/05/2008 18:07








Meus próprios dentes me perfuraram a língua.

Fiz correr o vinho derramado do cálice do altar,

A correr pelos degraus.



Desembainhei a espada para a luta

E a empunhei na mão direita

Na esquerda tinha trinta moedas

Sujas com sangue inocente



“Hipócrita!”

“Hipócrita!”



Gritavam os que com o dedo me acusavam

Apontando para a minha mão esquerda



Eu chorava e não me continha.



O homem com a balança nas mãos colocava

Sobre um dos pratos, as acusações,

Sobre o outro, o meu silêncio.



“Fala!”

“Fala!”



Gritava o homem com uma grande ampulheta nas mãos.

E da minha boca somente gemidos de dor saia.

Minha língua já não mais existia.

Eu mesmo havia a comido; dela me alimentei.



“Escreve!”

“Escreve!”



Continuou o homem do tempo

Mas já me cercavam.



“- Joga fora tuas moedas e luta co tua espada!”

“- Fere de morte os teus perseguidores!”



“- Não! Compra tua liberdade com tuas moedas. Lança fora tua espada!”



“- Uma só moeda! Uma só moeda!” – chamou-me o barqueiro de rosto encoberto.

“ – Joga fora tua espada e todas as moedas, menos uma, por ela te levarei até a outra margem”



“- Barqueiro Caronte – gritei – Guiavas tu, antes, teu barco pelos canais de Veneza?



Leva-me então até lá?”

Mas não!

As portas que vão à Veneza foram cerradas há muito.

Até à outra margem Cérbero me encontrará.



Não posso como o antigo poeta, no inferno somente passear.

Pesa minha alma saber que nele terei que eternamente ficar.

[b]

Assistindo: à aula de história

Permalink Comentários (0)


Amigos dela (92)

Carregando...

Grupos dela (12)

Carregando...

Interesses

Anime
Cosplay
Evento de Anime
Fanfics
J-Music
Mangá
RPG
Video-Game

Observado por (1)

Usuário: ~Hana-ichigo