Acordando
Um dia a gente acorda e senta na cama
E a vida passa toda como no cinema
Imagens desconexas, outras nem tanto
E vem a inspiração para os poemas
São dias em que só há melancolia
Lembranças de um passado já distante
Que insiste em nos lembrar o que esquecemos
Porta-retratos expostos na estante
A paixão que nos tirou da seriedade
A traição que nos fizeram por maldade
Histórias que fizeram nossa história
E que nem sempre moram na saudade
Então escrever é o que eu faço
Tentando me livrar desses fantasmas
Me viro do avêsso na poesia
E nascem estes poemas cabisbaixos
desabafo
Rezar, meditar, contemplar...
Rezar a realidade.
Sonhar com a liberdade.
Seduzir e vencer a guerra.
Somos fracos, e somos fortes.
Às vezes somos nada...
Nada diante da dor, diante da morte.
Sangue negro jorra como rio.
Sangue branco também jorra.
O sangue indígena está quase esgotado.
O sangue é adubo, das flores do campo.
Flores que crescem, que encobrem as cercas...
Cercas de dor e prisão, cercas de dominação.
Não temos mais terra, não temos mais pão.
Não somos mais negros, nem índios, nem brancos...
Só somos humanos.
logo mais tem outros sayooooo
haa
quemm ler e quizer me add pod tá
ja nee