E aí pessoal,
Infelizmente tenho uma noticia péssima a tds.
Eu não tenho tido tempo de entrar no AS e provavelmente não entrarei por um bom tempo.
Sei que muitas pessoas aqui sentem minha falta e eu agradeço de coração o carinho e dedicação de tds. Principalmente àqueles que lembraram do meu aniversário, tanto aqui quanto no kut.
Agradeço msm a amizade de tds e agradeço pelo afeto e dedicação que sempre tive aqui.
Tenho amigos de verdade e que nunca pretendo abandonar.
Espero nunca perder a amizade de vcs e quero que tds saibam que eu os amo de coração.
Espero que vcs não deixem de me escrever e aqueles que não me adicionaram ainda, tanto no msn quanto no orkut, peço que me adicionem, afinal eu só tenho pouco temo pra responder as mensagens e o AS seria um a mais (resumindo, não conseguiria responder.
Podem me mandar e-mails ou pedirem o meu celular por e-mail que eu passo p/ vcs.
Quanto a fic, sinto muito, voltarei a posta-la quando/se eu retornar.
Só não me esqueçam, por favor. Não sei se entrarei para ler os comentários do jornal, então se quiserem mandar e-mail como comentário pra mim é melhor.
Vou passar os meus dados:
MSN e E-mail:
[email protected]ORKUT:
http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=17883826008507980971Espero que vcs jamais me esqueçam e que tenham em mente que eu os amo D+.
Super B.jo a tds
Mas como não é do meu feitio deixar esse clima chato, deixo o meu ultimo (pelo menos por enquanto), texto.
Mas lembrem, não é um adeus, é um até breve (espero).
DESORDEM NO TRIBUNALEstas são piadas retiradas do livro 'Desordem no tribunal'.
São coisas que as pessoas realmente disseram, e que foram transcritas textualmente pelos taquígrafos, que tiveram que permanecer calmos enquanto estes diálogos realmente aconteciam à sua frente.
Advogado: Qual é a data do seu aniversário?
Testemunha: 15 de julho.
Advogado: Que ano?
Testemunha: Todo ano.
Advogado: Essa doença, a miastenia gravis, afeta sua memória?
Testemunha: Sim.
Advogado: E de que modo ela afeta sua memória?
Testemunha: Eu esqueço das coisas.
Advogado: Você esquece... Pode nos dar um exemplo de algo que você tenha esquecido?
Advogado: Que idade tem seu filho?
Testemunha: 38 ou 35, não me lembro.
Advogado: Há quanto tempo ele mora com você?
Testemunha: Há 45 anos.
Advogado: Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou aquela manhã?
Testemunha: Ele disse 'Onde estou Bete?'
Advogado: E por que você se aborreceu?
Testemunha: Meu nome é Célia.
Advogado: Seu filho mais novo, o de 20 anos...
Testemunha: Sim.
Advogado: Que idade ele tem?
Advogado: Sobre esta foto sua... O senhor estava presente quando ela foi tirada?
Advogado: Então, a data de concepção do seu bebê foi 08 de agosto?
Testemunha: Sim, foi.
Advogado: E o que você estava fazendo nesse dia?
Advogado: Ela tinha três filhos, certo?
Testemunha: Certo.
Advogado: Quantos meninos?
Testemunha: Nenhum
Advogado: E quantas eram meninas?
Advogado: Sr. Marcos, por que acabou seu primeiro casamento?
Testemunha: Por morte do cônjuge.
Advogado: E por morte de que cônjuge ele acabou?
Advogado: Poderia descrever o suspeito?
Testemunha: Ele tinha estatura mediana e usava barba.
Advogado: E era um homem ou uma mulher?
Advogado: Doutor, quantas autópsias o senhor já realizou em pessoas mortas?
Testemunha: Todas as autópsias que fiz foram em pessoas mortas...
Advogado: Aqui na corte, para cada pergunta que eu lhe fizer, sua resposta deve ser oral, Ok ? Que escola você freqüenta?
Testemunha: Oral.
Advogado: Doutor, o senhor se lembra da hora em que começou a examinar o corpo da vitima?
Testemunha: Sim, a autópsia começou às 20:30 h.
Advogado : E o Sr. Décio já estava morto a essa hora?
Testemunha: Não... Ele estava sentado na maca, se perguntando por que eu estava fazendo aquela autópsia nele.
Advogado: O senhor está qualificado para nos fornecer uma amostra de urina?
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******* Essa é a melhor ********
Advogado: Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da vítima?
Testemunha: Não.
Advogado: O senhor checou a pressão arterial?
Testemunha: Não.
Advogado: O senhor checou a respiração?
Testemunha: Não.
Advogado: Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou?
Testemunha: Não.
Advogado: Como o senhor pode ter essa certeza?
Testemunha: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.
Advogado : Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
Testemunha: Sim, é possível que ele estivesse vivo e cursando Direito em algum lugar!!!