~Jhoy-Alucard - Jornal http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce AnimeSpirit a sua Comunidade de Animes Sat, 03 Mar 2012 10:39:15 GMT pt-br Copyright 2001-2012 AnimeSpirit AnimeSpirit webmaster@animespirit.com.br 1 ~Jhoy-Alucard http://animespirit.com.br/uploads/comunidade/avatares/24420,1205164118.jpg http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce <![CDATA[último jornal.]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/54538/ultimo-jornal http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/54538/ultimo-jornal#comentarios Mon, 21 Apr 2008 10:21:18 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/54538/ultimo-jornal Estou dando adeus, não que eu querei que esse último jornal seja dramático ou que aconteça manifestações alheias. Jogar, brincar, se divertir... Não tenho mais idade para tanto, a uma vida fora de um computador. Pessoas, histórias, vidas, dores, decepções... Casos e gêneros, que completam a existência humana. Ah mais p/ conhecer, ver, sentir, vivenciar, e a internete rouba-nos grande tempo de uma fase que não voltara. O tempo passa nada volta.

Como era de meu fetíl escrever, deixar poemas... Não poderia sair, sem ao menos exercer esse habito. Darei uma breve explicação dos poemas escolhidos.

[b]


1° = O tempo acaba o ano, o mês e a hora – Luiz de Camões.

Quem conhece sabe, um dos maiores poetas clássicos de todo mundo, e os versos que postarei falam com muita clareza sobre minha decisão.


2° = William Shakespeare.
O maior poeta e dramaturgo que existiu até agora. Sua inspiração vem do mais absoluto sentimento. O Amor, cujo todos procuram, mas pouco encontro, poucos conseguem manter ao seu lado.
Em comemoração ao surgimento de um amor verdadeiro, que começou AS.


[i]

O tempo acaba o ano, o mês e a hora

O tempo acaba o ano, o mês e a hora,
A força, a arte, a manha, a fortaleza;
O tempo acaba a fama e a riqueza,
O tempo o mesmo tempo de si chora;

O tempo busca e acaba o onde mora
Qualquer ingratidão, qualquer dureza;
Mas não pode acabar minha tristeza,
Enquanto não quiserdes vós, Senhora.

O tempo o claro dia torna escuro
E o mais ledo prazer em choro triste;
O tempo, a tempestade em grão bonança.

Mas de abrandar o tempo estou seguro
O peito de diamante, onde consiste
A pena e o prazer desta esperança.

(Luís de Camões).







De almas sinceras a união sincera
Nada há que impeça: amor não é amor
Se quando encontra obstáculos se altera,
Ou se vacila ao mínimo temor.
Amor é um marco eterno, dominante,
Que encara a tempestade com bravura;
É astro que norteia a vela errante,
Cujo valor se ignora, lá na altura.
Amor não teme o tempo, muito embora
Seu alfange não poupe a mocidade;
Amor não se transforma de hora em hora,
Antes se afirma para a eternidade.
Se isso é falso, e que é falso alguém provou,
Eu não sou poeta, e ninguém nunca amou

(William Shakespeare).]]>
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<![CDATA[CSS Publico - Death Note Perfil L]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/50160/css-publico-death-note-perfil-l http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/50160/css-publico-death-note-perfil-l#comentarios Mon, 17 Mar 2008 14:38:09 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/50160/css-publico-death-note-perfil-l [i] Meu 2° CSS.

Como adoro Death Note, em especial o personagem L.







Jhoy.]]>
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<![CDATA[1° CSS]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/49734/1-css http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/49734/1-css#comentarios Fri, 14 Mar 2008 11:41:47 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/49734/1-css [i]

Amigos do AS... Resolvi aprender a fazer CSS, já que não tenho muita pratica o 1° não ficou muito bom, mas os que estão por vim ficaram muito melhores. Farei CSS no estilo Horror-Goth.

Tenho que agradecer ah minha amada Beltante, que me deu algumas dicas; e claro ao tutorial da Lanna.



Abraço a todos,






Jhoy - †Alucard†]]>
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<![CDATA[Faz tempo que não entro aqui...]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/45021/faz-tempo-que-nao-entro-aqui http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/45021/faz-tempo-que-nao-entro-aqui#comentarios Sat, 09 Feb 2008 15:23:00 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/45021/faz-tempo-que-nao-entro-aqui [i]Das utopias


Se as coisas são inatingíveis... ora!


não é motivo para não quere-las...


Que tristes os caminhos, se não fora


a magica presença das estrelas!

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<![CDATA[Olhai...]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/40150/olhai http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/40150/olhai#comentarios Wed, 26 Dec 2007 23:56:01 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/40150/olhai [i][b]Olhai – Não adianta morrer.

Repouso-me em sonhos.
Escutei suas juras de amor
Atormentar-me noites seguidas.
Escutei... Escutei os lamentos,
Das falsas promessas que se perderam no sopro de tudo que causei.
Levando tudo que eu mais amava - tu!
Olhei-me no espelho... Minha face?
“Onde está meu reflexo?” - em palavras.
Em verso sem métricas,
No olhar,
Medo! Medo do meu próprio reflexo.
Eu gritei! Sem ao menos indagar.
“Deixe-me ao seu lado” gritei...
- Ajude-me-
- Ajude-me –
Parado, desejando á morte como renuncia...
“Quando você partiu, pude sentir meu coração se quebrar,
Olhei-me no espelho, as lagrimas caíram, e eu percebi que te amo”
E as palavras saíram, tentando exprimir...
“Exprimir?” Perguntei-me... “Mascara, que levou minha verdadeira expressão. Fisionomia de tudo que é subitamente intangível.”
Mas os lamentos permanecerão;
Deixando confundir o reflexo;
Dos pensamentos...
Lembrando-me de vos, pedindo clemência.
Apenas lembranças.



Um dos meus poemas. Alguém que está se tornando muito especial e indispensável nesse convívio de AS, motivou-me a postar meus escritos. Alguém que realmente toca-me com suas palavras, e que espero retribuir de alguma forma. Minha admiradora?

Deixo votos á mulher que amo e que possui papel indispensável em minha vida. Cíntia (bel).


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<![CDATA[O quê?]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/39768/o-que http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/39768/o-que#comentarios Sun, 23 Dec 2007 16:04:51 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/39768/o-que Natal e Ano novo... A grande Morte que cada um traz em si.

Mais um dia como outros... Onde celebramos na verdade nossa hipocrisia, egoísmo e imoralidade.

Que dia? Agora... Passado (fim) - Presente (ações) - Futuro (possibilidades).






[b]O escravo

Quando a tarde veio o vento veio e eu segui levado como uma folha
E aos poucos fui desaparecendo na vegetação alta de antigos campos de batalha
Onde tudo era estranho e silencioso como um gemido.
Corri na sombra espessa longas horas e nada encontrava
Em torno de mim tudo era desespero de espadas estorcidas se desvencilhando
Eu abria caminho sufocado mas a massa me confundia e se apertava impedindo meus passos
E me prendia as mãos e me cegava os olhos apavorados.
Quis lutar pela minha vida e procurei romper a extensão em luta
Mas nesse momento tudo se virou contra mim e eu fui batido
Foi ficando nodoso e áspero e começou a escorrer resina do meu suor
E as folhas se enrolavam no meu corpo para me embalsamar.
Gritei, ergui os braços, mas eu já era outra vida que não a minha
E logo tudo foi hirto e magro em mim e longe uma estranha litania me fascinava.
Houve uma grande esperança nos meus olhos sem luz
Quis avançar sobre os tentáculos das raízes que eram meus pés
Mas o vale desceu e eu rolei pelo chão, vendo o céu, vendo o chão, vendo o céu, vendo o chão
Até que me perdi num grande país cheio de sombras altas se movendo...

Aqui é o misterioso reino dos ciprestes...
Aqui eu estou parado, preso à terra, escravo dos grandes príncipes loucos.
Aqui vejo coisas que mente humana jamais viu
Aqui sofro frio que corpo humano jamais sentiu.
É este o misterioso reino dos ciprestes
Que aprisionam os cravos lívidos e os lírios pálidos dos túmulos
E quietos se reverenciam gravemente como uma corte de almas mortas.
Meu ser vê, meus olhos sentem, minha alma escuta
A conversa do meu destino nos gestos lentos dos gigantes inconscientes
Cuja ira desfolha campos de rosas num sopro trêmulo...
Aqui estou eu pequenino como um musgo mas meu pavor é grande e não conhece luz
É um pavor que atravessa a distância de toda a minha vida.
É este o feudo dá morte implacável...
Vede - reis, príncipes, duques, cortesãos, carrascos do grande país sem mulheres
São seus míseros servos a terra que me aprisionou nas suas entranhas
O vento que a seu mando entorna da boca dos lírios o orvalho que rega o seu solo
A noite que os aproxima no baile macabro das reverências fantásticas
E os mochos que entoam lúgubres cantochões ao tempo inacabado…
É aí que estou prisioneiro entre milhões de prisioneiros
Pequeno arbusto esgalhado que não dorme e que não vive
À espera da minha vez que virá sem objeto e sem distância.

É aí que estou acorrentado por mim mesmo à terra que sou eu mesmo
Pequeno ser imóvel a quem foi dado o desespero
Vendo passar a imensa noite que traz o vento no seu seio
Vendo passar o vento que entorna o orvalho que a aurora despeja na boca dos lírios
Vendo passar os lírios cujo destino é entornar o orvalho na poeira da terra que o vento espalha
Vendo passar a poeira da terra que o vento espalha e cujo destino é o meu, o meu destino
Pequeno arbusto parado, poeira da terra preso à poeira da terra, pobre escravo dos príncipes loucos.

Rio de Janeiro, 1935

Vinícius de Moraes

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<![CDATA[Vampiro.]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/38876/vampiro http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/38876/vampiro#comentarios Sat, 15 Dec 2007 17:38:59 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/38876/vampiro [i][b][justo]Eu sou um Vampiro.
Eu adoro o meu ego e eu adoro minha vida, pois sou o único Deus que existe.
Eu tenho orgulho de ser um animal predador e eu honro meus instintos animais.
Eu exalto minha mente racional e não acredito que isso seja um desafio da razão.
Eu reconheço a diferença entre o mundo real e a fantasia.
Eu reconheço a fato de que a sobrevivência é a lei mais forte.
Eu reconheço que os Poderes da Escuridão escondem leis naturais através das quais eu posso fazer minha magia.
Eu sei que minhas crenças no ritual são uma fantasia, mas a magia é real e eu respeito e reconheço os resultados da minha magia.
Eu percebo que não há céu como não há inferno e vejo a morte como destruidora da vida.
Portanto eu tirarei o máximo proveito da vida aqui e agora.
Eu sou um Vampiro.
Curve-se diante de mim.


O Dragão Fala
Eu sou o teu eu mais profundo.
Eu contemplo por você um mundo de luzes e cores da escuridão atrás de teus olhos.
Eu alcanço através tuas mãos e com elas toco os suaves prazeres de teu vivente mundo.
Eu sou o mais antigo, o criador dos deuses.
Eu sou a mudança e o invariável.
E sempre que você olha fixamente nos olhos de outro, lá!
Eu olho de volta para você!
Eu sou a fonte de tudo que existe!
E aquele que se reconhece como sendo eu também se torna a fonte e é, realmente um feiticeiro.
E aquele que permite o fluxo de meu ser e que me reconhece pelos nervos de seu próprio corpo pode tocar e mudar tudo conforme a sua vontade, e é realmente mágico.
E minha magia draconiana é doce porque eu realizo todos os grandes desejos.
Nisso que tu chamas de sonho, eu reúno minhas forças.
Nisso que tu chamas de realidade, eu organizo meus sonhos.
Eu sou grandioso para todos aqueles que buscam meu ser e meu poder, pois sou o direito de buscar os teus próprios prazeres!
Eu sou o verdadeiro deus, o deus uno, o único deus que há.
Eu sou teu e tua arte é minha.
Sim, até mesmo meu símbolo é o espelho!
E saiba bem meu nome para através de nossa honra preferi-lo em todas as tuas ações.
Ai então será e permanecerá merecedor da Minha magia draconiana.
O Chamado dos Deuses Não Mortos
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<![CDATA[O Caçador de Almas ]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/38820/o-cacador-de-almas http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/38820/o-cacador-de-almas#comentarios Sat, 15 Dec 2007 00:56:56 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/38820/o-cacador-de-almas [i]


As palavras estão se tornando - Incomunicáveis - em todas as suas formas.




Só p/ atualizar o jornal.



Jhoy.]]>
http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/38820/o-cacador-de-almas/comentarios.xml
<![CDATA[FIM!]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/38327/fim http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/38327/fim#comentarios Mon, 10 Dec 2007 23:58:23 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/38327/fim [i]Discurso

E aqui estou, cantando.

Um poeta é sempre irmão do vento e da água:
deixa seu ritmo por onde passa.

Venho de longe e vou para longe:
mas procurei pelo chão os sinais do meu caminho
e não vi nada, porque as ervas cresceram e as serpentes
andaram.

Também procurei no céu a indicação de uma trajetória,
mas houve sempre muitas nuvens.
E suicidaram-se os operários de Babel.

Pois aqui estou, cantando.

Se eu nem sei onde estou,
como posso esperar que algum ouvido me escute?

Ah! Se eu nem sei quem sou,
como posso esperar que venha alguém gostar de mim?



CECÍLLIA MEIRELLES.







P.S: ?.
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http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/38327/fim/comentarios.xml
<![CDATA[SAUDADES DO MEU AMOR]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/38186/saudades-do-meu-amor http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/38186/saudades-do-meu-amor#comentarios Sun, 09 Dec 2007 23:15:58 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/38186/saudades-do-meu-amor [/justo][/b]
[/i]Bem...

São 22h24min e eu estou morrendo de saudades do meu amor... Pessoa que sem pedir licença, roubou meu coração...

Pq. em? Vc veio, chegou chegando, quando olhei... Estava eu, perdidamente apaixonado. U.U e agora? Está dormindo, te liguei... Simpática sua mamãe hahahahah XDDDD deve ser linda que nem á filha *-* ... Ai como estou meloso u.u...

As mães são essenciais na vida i.i tenho que agradecer ao seus pais, capricharam... *-*

nhai... U.U

Saudades Ç_____________Ç

vc deve ser um anjinho dormindo *-* meu bebe safado que amo amo amo *-*...

bem, vou tentar me acalmar u.u

estou enchendo o saco do Ytachi huhuhuhuh tadinho ahauahauhuahauahauaha advinha qual é o meu papo? AHHH SAUDADES DA BEL, COMO Á AMO... LALALALAL...


EU TE AMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO


Sei que á palavra amor, tem múltiplos significados...

Fico pensando... AMORES, vêem na cabeça: BEL

Penso AMAR novamente vêem: BEL

SAUDADES: BEL

CARINHO: BEL

Outras garotas? NÃO EXISTEM MAIS, SÓ VC.

Atração? Paixão? Satisfação? Conquista? Desejo? BEL

AMOR FÍSICO, AMOR PLATÔNICO, AMOR Á VIDA... BELLLLLLL



Conclusão:

Às vezes a vida nos coloca em situações realmente difíceis. Às vezes acordamos, nos olhamos no espelho e perguntamos “mais um dia?” com um tom de cansaço, em torno de todas as ações... Tudo se torna demasiadamente irritante: escola, amigos, mãe, professores, até o cachorro U.U ...

Mas, um dia, distraído, de repente, do nada... Ele te surpreende. Tempo e espaços tornam-se meros acasos. As horas? Ah as horas, SÉCULOS QUE NÃO PASSAM... Pensa, pensa, refletindo sobre... Como negar? É ele, sim é ele... “Não, como pode ser ele, não, olha pra mim, não posso, não quero... medo”... “Sim, sim, sim” voltando á repetir e os pensamentos desorientados, seu corpo descendo pela parede, cabeça baixa, abraçando as pernas contra seu peito... E ele, toma conta dos seus pensamentos, tudo se tornar real, a palavra impossível não existe mais... Só existe, tu e ela, e o desejo de amar e ser amado.

Não posso mais negar, me rendo...

Ele é O amor.

Ela pessoa por quem me apaixonei.

Amo-te Bel.



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<![CDATA[Capítulo I - O Fantasma de Canterville.]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/37775/capitulo-i-o-fantasma-de-canterville http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/37775/capitulo-i-o-fantasma-de-canterville#comentarios Wed, 05 Dec 2007 20:07:49 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/37775/capitulo-i-o-fantasma-de-canterville [i][justo]Capítulo I



Quando mister Hiram B. Otis, o Embaixador americano, adquiriu o Parque Canterville, não faltou gente a adverti-lo de que cometia uma loucura, porque na habitação apareciam, indubitavelmente, almas do outro mundo. Na verdade, o próprio lorde Canterville, cujo caracter era dos mais exigentes em escrúpulos, supusera do seu dever sublinhar o fato, chegado o momento de discutirem as condições do negócio.
- Até nós mesmos tínhamos já muito pouca vontade de residir aqui - disse lorde Canterville - desde que a minha tia-avó, a duquesa donatária de Bolton, desmaiou de terror (ela nunca pôde restabelecer-se desse abalo moral) quando as mãos de um esqueleto lhe assentaram nas espáduas, numa ocasião em que se vestia para o jantar. Devo igualmente dizer-lhe, mr. Otis, que o fantasma tem sido visto por muitos membros ainda vivos da minha família, assim como pelo cura da paróquia, o Reverendo Augustus Dampier, agregado do King's College, em Cambridge. Depois do desgraçado acidente sucedido à duquesa nenhum dos nossos criados novos quis manter-se ao serviço, e lady Canterville raramente conseguia conciliar o sono durante a noite por causa dos misteriosos ruídos vindos do corredor e da biblioteca.
- Lorde Canterville, - respondeu o Embaixador - eu sou comprador da propriedade e do fantasma pelo valor que lhes seja atribuído. Venho de um país moderno em que se tem tudo quanto o dinheiro pode obter. Não é certo que a nossa atrevida mocidade revoluciona o Velho Mundo? Não vos arrebatam as melhores atrizes e prime donne? Se existisse um fantasma na Europa, dentro em pouco o teríamos lá, estou convicto disso; ele seria exposto num dos nossos museus ou exibido nas ruas.
- Pois muito receio que o fantasma ainda, de fato, exista - disse, sorrindo, lorde Canterville. - Pode ser que haja resistido às propostas dos vossos arrojados empresários. É bem conhecido desde há três séculos, precisamente a partir do ano de 1584, e nunca deixou de fazer a sua aparição em vésperas do falecimento de cada pessoa da nossa família.
- Oh! em todas as famílias o médico faz exatamente o mesmo, lorde Canterville. Vamos, fantasmas, é coisa que não há. Não creio que as leis da natureza abram exceção a favor da aristocracia inglesa.
- Os senhores, na América, são, não há dúvida, muito naturais - comentou lorde Canterville, sem bem compreender a última observação de mr. Otis - e, se lhe é indiferente ter um fantasma de portas a dentro, estamos entendidos.
Passadas umas semanas a transação estava concluída, e, já quase no termo da época, o Embaixador e a família foram instalar-se no Parque Canterville.
Mistress Otis, em solteira, miss Lucrécia R. Tappan, de West 53 rd. Street, havia sido célebre em Nova Iorque pela sua beleza. Era agora mulher de meia idade, muito agradável, com belos olhos e soberbo perfil. Muitas americanas, ao abandonarem o país natal, dão-se ares de mulheres atingidas por um mal incurável, imaginando ser essa uma das formas da subtileza européia; mas mrs. Otis não caíra nunca em semelhante erro. Desfrutava uma compleição invejável e possuía maravilhoso equilíbrio animal. Em boa verdade e sob numerosos aspectos, era muito inglesa e oferecia excelente exemplo de que a Inglaterra e a América não têm hoje nada que as distinga uma da outra, salvo, bem entendido, a linguagem.
O filho primogênito, a quem, num impulso de patriotismo que ele jamais deixara de lamentar, os pais haviam posto o nome de Washington, era um rapaz de cabelos louros e muito bem encarado; parecia integralmente dotado para entrar na diplomacia americana, pois levava de vencida os Alemães, três estações a fio no cassino de Newport. A reputação de exímio dançarino que havia conquistado precedera mesmo a sua chegada a Londres. As gardênias e o pariato eram as únicas fraquezas do seu espírito; abstraindo de isso, mostrava ter muito bom-senso.
Miss Virgínia E. Otis era uma menina de quinze anos, graciosa e ágil como corça recém-nascida e cujos olhos rasgados e azuis refletiam uma bela franqueza. Era uma admirável amazona. Certo dia batera, em corrida, o velho lorde Bilton, dando duas voltas ao parque em cima do seu potro e ganhando por comprimento e meio, precisamente em frente da estátua de Aquiles, isto com grande enlevo do jovem duque de Cheshire. O duque logo nesse instante tinha pedido a mão dela, e,
remetido nessa mesma tarde para o colégio pelos encarregados da sua educação, regressara a Eton (1) derramando lágrimas torrenciais.
A seguir a Virgínia contavam-se os gêmeos, correntemente designados por "os condenados ao açoite". Eram ambos adoráveis rapazinhos e, com o digno Embaixador, os únicos verdadeiros republicanos da família.
Como o Parque Canterville se encontra a sete milhas de Ascot, a estação ferroviária mais próxima, mr. Otis telegrafara no sentido de os irem buscar de carruagem; e, cheios de alegria, puseram-se todos a caminho.
Era por uma linda meia tarde de Julho, em que o aroma dos pinheiros embalsamava o ar. De quando em quando ouviam um pombo bravo arrulhar docemente, ou enxergavam, escondido entre os rumorosos fetos, o brilhante peitilho de plumagem de um faisão. À sua passagem, pequenos esquilos, no seio da rama das faias, ficavam-se a olhá-los, e, alcançado a cauda branca, os coelhos fugiam a bom fugir através dos silvados ou galgavam os cômoros recobertos de musgo.
Todavia, na ocasião em que se entranhavam na alameda do Parque Canterville o céu cobriu-se subitamente de nuvens, uma calma estranha pareceu envolver a atmosfera, um bando de gralhas passou silenciosamente por cima deles e, antes que houvessem atingido a casa, começaram a cair grossas gotas de chuva.
Uma mulher já idosa acolheu-os no alto dos degraus. A maneira como se apresentava era irrepreensível. Envergava um vestido de seda preta, avental branco e touca desta mesma cor. Era mrs. Umney, a governanta. Mrs. Otis, a instâncias de lady Canterville, consentira em conservá-la ao seu serviço. Quando puseram pé em terra, ela fez a cada um dos seus novos amos uma rasgada mesura e disse, com solenidade já desusada:
- Desejo que sejam bem-vindos ao Parque Canterville.
Seguiram-na e, depois de terem atravessado um belo átrio no estilo Tudor, entraram na biblioteca, sala de grande extensão, de teto baixo e ao fundo da qual se via uma ampla janela com vitrais. Fora aí que se preparara o chá, e, após terem-se despojado das vestes de viagem, sentaram-se e puseram-se a olhar em volta, enquanto mrs. Umney os servia.
De súbito, mrs. Otis descobriu no soalho, nas peças de madeira embutidas, perto do fogão, uma mancha de tom vermelho escuro, e, longe de suspeitar o que aquilo significava, disse a mrs. Umney:
- Estou em crer que caiu e alastrou ali qualquer coisa.
- Sim, minha senhora, - respondeu em voz baixa a antiga governanta - é sangue.
- Mas é horrível! - exclamou mrs. Otis. - Não gosto nada de ver manchas de sangue nos salões. É necessário fazer desaparecer isso imediatamente!
A velhota sorriu e informou, na mesma voz baixa e misteriosa:
- É o sangue de lady Eleanor de Canterville, assassinada precisamente neste sítio pelo marido, sir Simon de Canterville, em 1575. Sir Simon sobreviveu-lhe nove anos e desapareceu de súbito, em circunstâncias muito estranhas. O corpo dele nunca se encontrou, mas o seu espírito culposo vagueia ainda por esta casa. A mancha de sangue provocou sempre o pasmo dos visitantes e dos turistas. De resto, não se pode fazer desaparecer.
- É absurdo! - exclamou Washington Otis -. O Pinkerton, o rei dos sabões para tirar nódoas, fa-lo-á desaparecer num abrir e fechar de olhos.
E antes que a governanta, apavorada, pudesse intervir, Washington, pondo-se de joelhos, esfregava vigorosamente o parquete com um rolo de um pauzinho que tinha parecenças com cosmético negro.
Instantes depois a mancha desaparecera por completo.
- Eu sabia que o Pinkerton dava resultado! - proclamou o rapaz relanceando um olhar pela família, toda ela em atitude admirativa.
Mas, mal acabara de pronunciar aquelas palavras, iluminou por inteiro o sombrio compartimento um terrível relâmpago e um estrondoso ribombo de trovão fê-los erguer bruscamente, ao passo que mrs. Umney perdia os sentidos.
- Que monstruoso clima! - proferiu com serenidade o Ministro americano, acendendo um charuto. - Este vetusto país é, suponho, tão excessivamente povoado que não há bom tempo que chegue para todos os seus habitantes. Foi sempre opinião minha que a emigração era a solução única para a Inglaterra.
- Meu querido Hiram - gritou mrs. Otis - que havemos de fazer de uma mulher que perde assim os sentidos?
- Suspender-lhe-emos o ordenado quando tal suceda, de sorte que acabará por renunciar aos desmaios.
Mrs. Umney não deixou de voltar a si dentro em breve. Estava porém, indubitavelmente, muito comovida. Com ar grave, preveniu mrs. Otis de que não tardariam a registrar-se acontecimentos perturbadores.
- Tenho visto com os meus próprios olhos - asseverou ela - coisas de pôr os cabelos em pé, e durante noites sobre noites não tenho podido pegar no sono, por causa do que de terrível se passa aqui.
Mr. Otis e a esposa afirmaram à boa mulher que não tinham medo de fantasmas, e depois de ter impetrado as bênçãos da Providência para os seus novos amos e procedido de jeito a obter aumento de salário, a velha governanta recolheu ao seu quarto coxeando levemente.



(Oscar Wilde)]]>
http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/37775/capitulo-i-o-fantasma-de-canterville/comentarios.xml
<![CDATA[Revolta.]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/37529/revolta http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/37529/revolta#comentarios Mon, 03 Dec 2007 16:04:59 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/37529/revolta [i]Revolta

Alma que sofres pavorosamente
A dor de seres privilegiada
Abandona o teu pranto, sê contente
Antes que o horror da solidão te invada.

Deixa que a vida te possua ardente
Ó alma supremamente desgraçada.
Abandona, águia, a inóspita morada
Vem rastejar no chão como a serpente.

De que te vale o espaço se te cansa?
Quanto mais sobes mais o espaço avança...
Desce ao chão, águia audaz, que a noite é fria.

Volta, ó alma, ao lugar de onde partiste
O mundo é bom, o espaço é muito triste...
Talvez tu possas ser feliz um dia.

(Vinícios de Moraes).]]>
http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/37529/revolta/comentarios.xml
<![CDATA[Era uma vez...]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/37364/era-uma-vez http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/37364/era-uma-vez#comentarios Sun, 02 Dec 2007 00:45:32 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/37364/era-uma-vez [i]"Era uma vez, um lugar que não era um lugar.

Ele tinha muitos nomes: Avernus, Gehenna, Tartarus, Hades, Abaddon, Sheol... Era um local de dor e chamas e gelo, onde, há tempos, cada pesadelo havia se tornado real. Nós o chamaremos de Inferno.

A maioria de seus habitantes não o considerava um lugar agradável; porém, estando mortos e estando lá (assim eles imaginavam) contra a vontade, suas opiniões importavam pouco. E, na verdade, se o inferno fosse um lugar agradável, eles se sentiriam enganados: eles permaneciam lá por causa da dor, do sofrimento, do tormento. O que recebiam em abundância.

Os outros habitantes desse lugar não eram mortos; mas também não eram vivos, em nenhum sentido biológico da palavra. A humanidade os chamou de demônios, mesmo sem compreender o que haviam batizado.

Havia pouco em comum entre a raça de demônios e as legiões de almas amaldiçoadas, com quem dividiam os limites infernais. No entanto todos concordavam em uma coisa: aquilo era tão ruim quanto possível, não podia ficar pior."

Neil Gaiman, Sandman #22]]>
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<![CDATA[Gritos - Conto de Horror. 02]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/37146/gritos-conto-de-horror-02 http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/37146/gritos-conto-de-horror-02#comentarios Thu, 29 Nov 2007 22:21:45 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/37146/gritos-conto-de-horror-02

O quadro negro estava vazio, à espera do começo do pandemônio de números em seu ventre educador por um giz tão pálido como um defunto. Eram 8 horas da manhã, horário em que a aula da 4a série começava e logo iniciaria com Matemática.

- A professora tá atrasada...- comentou Talyta, uma menina de 10 anos como todas as crianças da classe. Ela era negra e um pouco baixa.

- O que será que houve? - indagou Alessandra, uma menina de pele branca e cabelos pretos. - Milagre o auxiliar de disciplina não está aqui para organizar a sala, deve estar tentando localizar a professora.

O restante não tinha nenhuma preocupação, eram só guerras de bolinhas de papel e lápis que pegavam ousadamente nos estojos de seus colegas, que atingiam em todos os 15 alunos da 4a B, os quais estavam cercados por paredes bege, murais, carteiras de ferro com almofadas "casadas" nos lugares onde recosta-se as bundas pueris e as colunas eretas, um tablado cinza que servia para a professora de um 1,60m ficar mais alta e logo do lado, havia uma mesa-escrivaninha muito interessante, onde o celular digital da educadora gritava às vezes com uma música inglesa, fazendo-a desculpar-se.

A única que não respondia as represálias de papel e outros, era Camila que estava sentada, quieta, como sempre fora. Uma menina de cabelos louros, onde as pontas batiam-se perfeitamente nos ombros cobertos pelo tecido colossalmente bom; olhos verdes belos, a qual as meninas não falavam, os meninos achavam bonita e todos a consideravam fechada como uma criança que não conseguiu o que quer, mas ela tirava as maiores notas da sala e a que era mais reparadas pelos garotos maiores que conversavam com ela, nem ocultando suas espinhas que já brotavam, ela chegou a beijar um cara simpático certa vez, sem língua, mas o garoto mudou-se de lá.

- O que você acha que aconteceu, Camila? - perguntou Rebecca, uma de cabelos curtos e pretos e olhos cor de mel.

Demorou um tempo, até que a loura inteligente perceber que falavam com ela, que queriam sua opinião.

A menina continuou séria e respondeu sem pensar no impacto de sua fala de voz suave e segura:

- Ela está morta. Ela acabou de ser atropelada na rua Sabino Silva, quando ia pegar um ônibus para vim para cá.

- Vira essa boca para lá! - exclamou Alessandra, que voltou-se indignada para as outras colegas, para começarem a falar mal da menina loura.

"Idiota! Acha que sabe das coisas."

" Deve tá achando que tem os olhos de Deus..."

" Ou os de Satã."

Camila odiou suas colegas por não terem acreditado em sua visão, no que ela vira, viu o sangue da professora derramar no asfalto como um bebê derramando sua sopa de tomate no chão da cozinha.

Nesse exato momento, Aurélio, um moreno de cabelos pretos como a meia-noite numa caverna e olhos pareciam que abelhas puseram mel nas "lagoas brancas" logo quando o menino nasceu, entrou na sala, com uma grande mochila preta nas costas de seu corpo de um 1,47m.

- Mochila nova, Au? - perguntou Leandro, um baixo de cabelos lisos e castanhos e olhos azuis.

- É, sim! Vocês gostaram?

- É tão feia quanto o dono!

Os garotos começaram a jogar giz em Aurélio, que logo sentou-se na cadeira ao lado de Camila, emburrado.

Naudeck estava sentado na sua carteira e nada fez contra o garoto, pois era um menino muito maduro e compreensivo para fazer idiotices como recriminar um colega. Seus olhos verdes mostravam um ver sábio das coisas, sua pele branca demonstrava tranqüilidade. Seria um grande cidadão quando crescesse, ele cativava muita gente por causa da sua disciplina e inteligência e não amargurava-se por não tirar as notas à cima de Camila.

Rebecca comentou para o grupinho de meninas:

- Olhem! Os patetas estão sentados um perto do outros!

- Que dupla idiota! - falou Talyta.

- Aposto que não sabem o que é um beijo... - disse Alessandra.

- E você sabe, Alê? - perguntou Ingrid, uma gordinha de cabelos cor de areia e olhos azuis escuros.

- Claro! Dei um ontem em meu primo! É delicioso! A gente bota a língua e fica num enrosca bem doido...

- Que legal! E o dente? Não se bate? - perguntou Rebecca.

- Eu já nasci sabendo isso.

Todas riram.

Camila fitava Aurélio.

- Que é? Tá me achando bonito?

- O objeto que está em sua mochila é muito perigoso.

- Não tem nada em minha mochila!

- Um revólver calibre 38.

O garoto suou. Olhou para os lados, hesitando. Depois de um minuto passando a língua nos lábios, como se nesse houvesse um demônio microscópico, o qual ele queria expulsar a qualquer custo e então, finalmente falou com a menina:

- Como sabe? Eu acabei de chegar...você não pode ter mexido em minhas coisas...mas eu sou mais poderoso que você! Tenho...ela! Não pode me impedir de nada! Eu tenho a arma!

- Não a use, por favor! Sei que você tem raiva de todos, mas não use esse revólver! - falou a garota com um olhar indescritível, mostrando a sensualidade de uma modelo e quase uma malevolência de um tigre perto do ataque.

Todos começaram a perceber a cena.

Aurélio tirou a mochila das costas, abriu-a e tirou um revólver que brilhou com as luzes fluorescentes da sala de aula. A arma de fogo tinha um preto bonito que hipnotizava o seu domador.

O garoto levantou-se e gritou:

- Eu sou mais poderoso que você!

A boca do revólver estava na direção de Camila, mas ela nada podia fazer, era paranormal, mas não conseguia mover objetos com a mente.

Logo chegaria o auxiliar de disciplina Jean, para dar a notícia:

A professora faleceu. Foi atropelada esta manhã.

Aí todos acreditariam!

O moleque disparou.

Gritos de ecoaram pela classe quando a bala dilacerou o peito infantil...

(Eles acreditariam!!!)

...de um garoto que estava atrás de Camila. O matador era muito imaturo para acertar o alvo. Naudeck morreu sangrando, jogado em cima das carteiras escolares, fora acertado quando levantou-se para impedir Aurélio, mas logo uma bala o arremessou para trás, deixando-o a ficar com os olhos fixados no teto com uma enorme mancha vermelha no meio da camisa branca do colégio. Aurélio disparou mais uma vez no meio da correria dos estudantes.

( Eles estão correndo para não morrer querem a vida! Eu também a quero!)

A bala atravessou de têmpora a têmpora na cabeça de Rebecca e depois acertou o quadro, provocando uma pequena cratera, melado do sangue da garota, que jorrou no quadro negro limpo.

Aurélio viu que Alessandra passava perto dele e a deu um soco no pescoço, antes que ela escapasse correndo como os outros e puxou-a pela garganta com os dedos da mão esquerda, e com a mão direita movimentou o revólver até colocar o cano dentro da boca da menina, enquanto seus colegas gritavam saindo da sala e indo para os corredores, a fim de se salvarem ou falarem para qualquer funcionário que encontrassem para poderem agarrar um assassino de 10 anos que segurava uma arma com balas impiedosas.

Apertou o gatilho e logo uma cratera formou-se na parte superior do crânio da menina e uma explosão de miolos que caíram sobre as carteiras em desordem, acompanhados de um sangue soturno que eram iluminados pelas luzes incessantes da sala de aula.

Ao mesmo tempo em que o corpo de Alessandra desabou para beijar os fragmentos de seu próprio cérebro, o auxiliar de disciplina Jean chegou e agarrou Aurélio por trás, antes que ele disparasse novamente, desarmando-o e levando-o para a diretoria.

A polícia chegou mais tarde para ver o que estava acontecendo e encontraram um garoto perturbado que dizia ter achado o revólver muito bonito e queria mostrar aos colegas, um menino com uma bala no peito, uma menina com um buraco na cabeça e outra com os miolos despedaçados e uma garota loura que pedia para os policiais irem para a rua Sabino Silvo, pois ela precissava fazer todos acreditarem que a professora estava morta.

Mais tarde a história se confirmou e Camila sentiu-se superior aos seus colegas, não mais pela inteligência e sim por ter poderes que eles não tinham, como ver coisas e outra como controlar mentes de pessoas, como fizera com Aurélio, mas isso ninguém precisava saber. Ninguém nunca saberia.


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<![CDATA[Maldades Ù.Ú]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/37068/maldades-uu http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/37068/maldades-uu#comentarios Wed, 28 Nov 2007 23:23:03 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/37068/maldades-uu
1. Na 4° serie falsificava as assinaturas dos meus pais em provas, quando tirava nota baixa.

2. Quando brincava na rua de “arminha de baguinha”, gostava de mirar nos olhos dos meus colegas, ou atirava pra machucar mesmo. Nunca tive uma boa mira, infelizmente.

3. Gostava de matar passarinho com fundas.

4. Na sala de aula, fui o garoto chato, que dava apelidos pra todos, debochado... Colegas de sala já sofreram muito com minhas piadinhas. Detalhe, alguns que eu pegava no pé, estudaram anos seguidos comigo.

5. Tive um gato chamado chinho, eu era muito sádico com ele, o coloquei até uma vez no congelador, claro que não por muito tempo, mais amarrava as patinhas e etc. cheguei certa vez á cortar as unhas dele... Quando ele morreu fiquei com remorso, de tudo que tinha feito, nunca mais judiei de um bichinho i.i eu o amava...

6. Sempre fui muito egoísta, quando alguém me magoava, ou não fazia o que eu queria, sempre aprontava algo... Sempre mesmo.

7. Lembro que minha prima, Ana, chupava bico, e eu gostava de esconder o bico dela, pq assim ela chorava, não dormia e não deixava á mãe dormi. Um dia chegou á apanhar.... ahauahauahaua puts, faz tempo, mais era muito engraçado... Ais me perguntavam “Michel vc viu o bico de sua prima” e eu na maior cara de pau “Não vi não” haauahauahauahauahaauaha


P.S: não é metade do que já fiz, só selecionei algumas, agora estou mais tranqüilo, queria que tivesse pena de morte no Brasil...


Bjs,




Jhoy - ††Alucard††.]]>
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<![CDATA[OVA x OAV]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/36998/ova-x-oav http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/36998/ova-x-oav#comentarios Wed, 28 Nov 2007 13:35:16 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/36998/ova-x-oav Saiba sobre OVA x OAV


Todo mundo aqui já deve ter ouvido falar sobre OVA e OAV, alguns confundem pensando que é anime em DVD, outros não sabem qual a diferença nem o significado, então resolvi escrever este artigo explicando detalhadamente sobre OVA e OAV.

No Japão, os animes são lançados em três formatos:

Série de TV: O anime é transmitido pela televisão aberta ou paga, e geralmente quando a série termina, é lançado o DVD ou VHS do anime.

Filme: Bom, esse não tem segredo, passa nos cinemas e depois é lançado em DVD, e alguns casos passam em canais pagos e as vezes até aberta.

OVA/OAV: O anime é produzido para ser vendido em DVD e VHS, e não para passar na TV como uma série. Assim como filme, depois de algum tempo, o OVA pode passar em canal fechado também.

Agora que você já sabe o básico, vamos entrar detalhadamente sobre OVA e OAV.

Diferença entre OVA e OAV:

Pra começar, OVA significa "Original Video Animation" e OAV significa "Original Animation Video". Agora você se pergunta, qual a diferença? A resposta é NADA. É a mesma coisa falar OVA ou OAV. A única diferença é que no Japão, OAV pode às vezes significar "Original Adult Video", que é vídeo pornô, mas isso é muito raro de se usar no Japão.

Características de OVA:

- Geralmente, o tempo médio de um OVA (incluindo abertura e encerramento, se tiver..) é de 28 minutos, podendo ir de 24 minutos ~ 50 minutos.

- Cada episódio de um anime OVA, é lançado em apenas um único volume de DVD e VHS, e cada volume é lançado separadamente, tendo que esperar, as vezes, ate meses.

- Um OVA, diferente da série que passa na TV, que é semanal, tem tempo o suficiente para caprichar, por causa disso, um OVA quase sempre possui qualidade e imagem de ótima qualidade.

- OVA que faz sucesso, pode acabar se tornando um seriado de TV, mas ao contrário, uma série de TV pode também se tornar um OVA, com a história completamente paralela do anime ou apenas uma continuação do seriado.

- OVA não tem censuras nem cortes como uma série de TV pode ter, mesmo no Japão.

- Diferente de uma série de TV que o padrão é de 26 episódios, o número de episódios de OVA, varia entre 1 episódio até 13 episódios.

Qual é o mais usado? OVA ou OAV? O que usar?

Se você leu a matéria até aqui, percebeu que prefiro usar OVA, em vez de OAV. Além disso, OVA é o termo mais usado atualmente do que OAV, e recomendo usar somente OVA, mas isso fica por sua preferência, já que são a mesma coisa.



Aqui termina o artigo, espero ter tirado todas as dúvidas que você tinha sobre OVA e OAV.





O primeiro OVA lançado no Japão, foi "Dallos" com 4 episódios, lançado em 1983, dirigido por Shigeru Watanabe.





[i] [b]Direitos autorais, Anime Blade: http://www.animeblade.com.br/especial/materias/ova/













Jhoy. ††Alucard††]]>
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<![CDATA[Contos - 01]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/36300/contos-01 http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/36300/contos-01#comentarios Fri, 23 Nov 2007 02:29:25 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/36300/contos-01

Jhoy - ††Alucard††



[/b]“Memória” – H.P. Lovecraft

No vale de Nis a amaldiçoada lua minguante brilha tênue, rasgando um caminho pra sua luz com fracos membros por entre a folhagem letal de uma grande árvore. E nas profundezas do vale, aonde a luz não chega se movem formas que não devem ser observadas. Alto são as pastagens em cada declive, onde miseráveis videiras e plantas baixas se arrastam entre as pedras de ruínas, entrelaçado-se forte em colunas quebradas e estranhos monólitos, erguendo-se nas bancadas em pátios arruinados saltam pequenos macacos, enquanto em profundas galerias, contorcem-se serpentes venenosas e coisas escamadas que não tem sequer nome.
Vastas são as rochas que dormem abaixo de camadas úmidas de charco, e imponentes eram as muralhas de onde elas caíram. Para serem eternas seus construtores as criaram, e em verdade ainda são muito úteis, pois embaixo delas o sapo cinza faz sua habitação.
Na maior profundidade do vale corre o rio Homh, cujas águas são lodosas e repletas de ervas daninhas. De fontes escondidas ele nasce, e para cavernas subterrâneas ele vai, tal que o Demônio do vale não sabe porque suas águas são vermelhas, nem aonde elas acabam.
O Gênio que vive nos raios da lua se dirigiu ao Demônio do Vale, dizendo, “Eu sou velho e muito esqueço. Di-me os efeitos e aspecto e nome de quem construíra esses objetos de pedra” E o Demônio respondeu, “ Eu sou a memória, e eu sou sábio nos conhecimentos do passado, mas também sou muito velho. Esses seres eram como águas do rio Homn, não devem ser entendidos. Seus feitos não me lembro, pois eram apenas momentâneos. Seus aspectos me lembro vagamente, se pareciam com esses pequenos macacos que vivem nas árvores. Seu nome eu me lembro claramente, pois era parecido com o do rio. Esses seres de ontem se chamavam Homens”.
O Gênio voou de volta á fraca lua radiante, e o Demônio olhou atento para um pequeno macaco em uma árvores que crescia em uma construção destrocada.
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http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/36300/contos-01/comentarios.xml
<![CDATA[Se fosse só sentir saudades...]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/36089/se-fosse-so-sentir-saudades http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/36089/se-fosse-so-sentir-saudades#comentarios Wed, 21 Nov 2007 13:22:34 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/36089/se-fosse-so-sentir-saudades Teus ombros suportam o mundo
e ele não pesa mais que a mão de uma criança.
As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.
Alguns, achando bárbaro o espetáculo,
preferiram (os delicados) morrer.
Chegou um tempo em que não adianta morrer.
Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.
A vida apenas, sem mistificação.]]>
http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/36089/se-fosse-so-sentir-saudades/comentarios.xml
<![CDATA[Garotas do AS, leiam, é importante!!]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/35929/garotas-do-as-leiam-e-importante http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/35929/garotas-do-as-leiam-e-importante#comentarios Mon, 19 Nov 2007 20:58:07 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/35929/garotas-do-as-leiam-e-importante [i]"No começo Deus criou o mundo e descansou. Então, Ele criou o homem e descansou. Depois, criou a mulher. Desde então, nem Deus, nem o homem, nem o Mundo, tiveram mais descanso."
--Luis Fernando Veríssimo



Vai dizer... MULHER, AMO, AMOOO, AMOOOOO...

É só uma comemoração ao feminino... Vcs são perfeitas!!!
Eu sei o quanto são indispensáveis na vida de um homem...

... Na verdade, não é que sou safado, nada disso, mas, vamos ser verdadeiros... O que seria de uma cueca sem uma calcinha... Pra comprovar, tem um monte de menina virando yuri...

Pq? Pq os homens estão deixando á desejar....

Nãoooooooooooooooooooo

Então... EU AMOOOOO AS MULHERESSSSS

VCS SÃO FODAAAASSSSSSS
MANDAMMMMMM
FAZEM-NOS DE CACHORRINHOS (quando estamos apaixonados)...
NOSSS DEIXAM LOUCOSSSSSS
SÃO ÓTIMASSSS EM TUDO


Que saber, eu acho que o Brasil só vai tomar jeito quando uma Integra da vida for pra presidência, e um Alucard de braço direito huhuhuhuh...

Então é issoooo.... GAROTAS, TUDOOOOO NA VIDA DE UM GRANDE HOMEMMMMMMMMMMM S2S2S2S2S2S2SS2S2S2

LINDASSSSSSSSSSSSSS
PERFEITASSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS


Jhoy - Alucard.


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http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/35929/garotas-do-as-leiam-e-importante/comentarios.xml
<![CDATA[Cecília Meirelles]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/35589/cecilia-meirelles http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/35589/cecilia-meirelles#comentarios Sat, 17 Nov 2007 02:58:51 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/35589/cecilia-meirelles
Atualizando meu jornal... Comemorando á mudança de estado (sendo cínico), á felicidade de uma nova vida, em um lugar totalmente desconhecido...

Poema de Cecília Meirelles... Perfeita!

Bjs,

Jhoy.




[i][b]Lamento do Oficial Por Seu Cavalo Morto

Nós merecemos a morte,
porque somos humanos e a guerra é feita pelas nossas mãos,
pela nossa cabeça embrulhada em séculos de sombra,
por nosso sangue estranho e instável, pelas ordens
que trazemos por dentro, e ficam sem explicação.

Criamos o fogo, a velocidade, a nova alquimia,
os cálculos do gesto,
embora sabendo que somos irmãos.
Temos até os átomos por cúmplices, e que pecados
de ciência, pelo mar, pelas nuvens, nos astros!
Que delírio sem Deus, nossa imaginação!

E aqui morreste! Oh, tua morte é a minha, que, enganada,
recebes. Não te queixas. Não pensas. Não sabes. Indigno,
ver parar, pelo meu, teu inofensivo coração.
Animal encantado - melhor que nós todos!
- que tinhas tu com este mundo
dos homens?

Aprendias a vida, plácida e pura, e entrelaçada
em carne e sonho, que os teus olhos decifravam...
Rei das planícies verdes, com rios trêmulos de relinchos...
Como vieste morrer por um que mata seus irmãos!

(Cecília Meirelles).
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http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/35589/cecilia-meirelles/comentarios.xml
<![CDATA[Urgente!! huhuhuh]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/34861/urgente-huhuhuh http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/34861/urgente-huhuhuh#comentarios Thu, 08 Nov 2007 13:48:50 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/34861/urgente-huhuhuh Estou com o tempo escasso, devido as milhões de tarefas impostas. Infelizmente e com muito pesar, ficarei afastado do AS por tempo indeterminado.


Enorme abraço á todos...


Voltarei!


Até mais.
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http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/34861/urgente-huhuhuh/comentarios.xml
<![CDATA[Samurai - Bushidô]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33841/samurai-bushido http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33841/samurai-bushido#comentarios Thu, 25 Oct 2007 23:44:34 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33841/samurai-bushido [i]"Bushido, significa literalmente, "caminho do guerreiro" - era um código de honra não-escrito e um modo de vida para os samurais , que fornecia parâmetros para esse guerreiro viver e morrer com honra.

"Seguir o bushido, é dar ênfase à lealdade, fidelidade, auto-sacrifício, justiça, bons modos, humildade, espírito marcial e honra acima de tudo, morrer com dignidade".

Bushido é formado e influenciado pelos conceitos do Budismo, Xintoísmo e Confucionismo. A combinação dessas doutrinas e religiões, formaram o código de honra do guerreiro samurai, conhecido como Bushido(...)".




P.S: Vale apena conhecer essa filosofia...
Site: http://www.kenjutsu.com.br/filosofia.html

]]>
http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33841/samurai-bushido/comentarios.xml
<![CDATA[RPG vampiro, informações O Livro de Nod.]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33580/rpg-vampiro-informacoes-o-livro-de-nod http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33580/rpg-vampiro-informacoes-o-livro-de-nod#comentarios Mon, 22 Oct 2007 15:06:45 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33580/rpg-vampiro-informacoes-o-livro-de-nod [i]Informações sobre o RPG vampiro ( Vampiro Á Masca), quem estiver interessado e que não conheça muito bem sobre, estarei ajudando no que for possível. Postarei algumas informações no meu jornal. Espero que os amantes desse mundo de horror se manifestem.

P.S: Tenho o livro de Nod em PDS, quem se interessar é só me add no MSN.






[/b]O Livro de Nod

O livro de Nod,é usado principalmente por RPGistas do game "Vampiro,A Máscara".
O livro é uma coletânea do Livro de Nod Original,escrito por Caim.
Segundo o livro,Deus teria dado a oportunidade á Caim de se arrepender,mas Caim renunciou,pelo seu orgulho imenso,e os anjos de Deus lhe conceberam um castigo:
O vampirismo!
Esse livro é considerado por muitos como uma Bíblia Vampírica,e para outros apenas um "Manual" de RPG.
Os estudadores mais aprofundados do vampirismo,contestam (á maioria) sobre a legitimidade deste livro,outros apenas acham pouco provável o que está escrito,e poucos acreditam (ou aceitam a hipótese).

No livro,tem 3 fases:
• -Crônica de Caim
• -Crônica das Sombras
• -Crônica dos Segredos

A Crônica de Caim

Nessa parte é onde relata as prováveis origens vampíricas,onde envolve Caim,o assassinato de seu irmão Abel e até Lilith (a primeira mulher de Caim).
Nessa parte,é relatado que Caim recebeu á visita de 3 anjos em mandado de Deus,foram eles :

Miguel: Miguel o anjo portador da chama sagrada,após a resposta negativa de Caim amaldiçoou os filhos que ele viria a ter,e a mortalidade perante o fogo.

Rafael: Rafael,o anjo que guia o sol,amaldiõa também a deçendência e a mortalidade perante a luz do sol.

Uriel: Proclama o 3º e último castigo á Caim,tendo como maldição ele e seus deçencentes á beber do sangue para viver pelo resto da vida.

Crônica das Sombras

Essa parte se caracteriza pelos mandamentos de Caim á seus filhos e deçendentes sobre as leis vampíricas,relacionamentos com humanos e outras coisas.

Crônica dos Segredos

Esta Crônica apresenta profecias sobre a Gehenna, o juízo final para os vampiros (e talvez para o mundo inteiro).]]>
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<![CDATA[Huahauaahau Muito engraçado ahauahauaahau.]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33483/huahauaahau-muito-engracado-ahauahauaahau http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33483/huahauaahau-muito-engracado-ahauahauaahau#comentarios Sun, 21 Oct 2007 16:40:52 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33483/huahauaahau-muito-engracado-ahauahauaahau [i]Início do emocore hitlerista

Essa franjinha nunca me enganou.
"Essa nova do Fresno é tudo de bom, néam?"Alemanha, 1941. Filho de pai gótico e mãe miguxa, Adolfinho, cansado de sofrer nas mãos do valentão da escola (um tal de Stalin), resolve se revoltar contra "tudo isso que está aí". Após aprender com seu pai sobre o primeiro livro emo da História, compra um All-Star, um par de óculos de acetato e uns CDs do My Chemical Romance com o intuito de dar vazão aos seus sentimentos. Então, só pra deixar de ser babaca, apanha ainda mais. Pra piorar tudo, sua namorada, Mussolini, termina com ele. Desolado, em 1º de maio de 1945, resolve fazer a coisa mais emo que existe: se matar.

Será?

Existe apenas uma coisa mais emo que suicídio: um suicídio que não dá certo.
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<![CDATA[Palavras.]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33411/palavras http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33411/palavras#comentarios Sat, 20 Oct 2007 20:35:48 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33411/palavras [i]
O toque macio.
Fez-me percebe finalmente
Como minha face era fria.
Como acordar no amanhã?
E perceber os pássaros cantando
Pela primeira vez.
De repente.
Eu ainda não sei nada.
O que meu coração esta procurando,
Eu não sei.
Eu estava sempre olhando pro céu.
E assim dês de então.
Eu mandaria meus pensamentos
Para as nuvens.
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<![CDATA[Momentos.]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33366/momentos http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33366/momentos#comentarios Sat, 20 Oct 2007 01:09:16 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33366/momentos Ausência



Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que são doces.
Porque nada te poderei dar senão a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualquer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz a tua voz.
Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado.
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada.
Que ficou sobre a minha carne como nódoa do passado.
Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em outra face.
Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada.
Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu, porque eu fui o grande íntimo da noite.
Porque eu encostei minha face na face da noite e ouvi a tua fala amorosa.
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço.
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono desordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos pontos silenciosos.
Mas eu te possuirei como ninguém porque poderei partir.
E todas as lamentações do mar, do vento, do céu, das aves, das estrelas.
Serão a tua voz presente, a tua voz ausente, a tua voz serenizada.




MORAES, Vinícius de. ANTOLOGIA POÉTICA]]>
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<![CDATA[Querooo dormi.]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33292/querooo-dormi http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33292/querooo-dormi#comentarios Fri, 19 Oct 2007 02:57:54 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33292/querooo-dormi Estou sem sono, quero dormi... Maldita bala de café u.u Já se tornou vicio.
:mrgreen::oops:8)]]>
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<![CDATA[Vento]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33176/vento http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33176/vento#comentarios Wed, 17 Oct 2007 15:53:29 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33176/vento [i]"Fiz de mim o que não soube,
E o que podia fazer de mim não o fiz.
O dominó que vesti era errado.
Conheceram-me logo por quem não era e não desmenti, e perdi-me. Quando quis tirar a máscara,
Estava pegada à cara.
Quando a tirei e me vi ao espelho,
Já tinha envelhecido,
Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo.
E vou escrever esta história para provar que sou sublime."


Grandes escritores, grandes obras, grandes momentos... mas no final, tudo passa, tudo acaba... e poucos são relembrados.
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<![CDATA[\o/]]> http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33118/o http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33118/o#comentarios Tue, 16 Oct 2007 21:30:27 GMT http://animespirit.com.br/jhoy-tzimisce/jornal/33118/o [i]"Assim como falham as palavras quando querem exprimir
qualquer pensamento, assim falham os pensamentos
quando querem exprimir qualquer realidade".]]>
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