Escrever. Uma simples ação. Um simples ato. Um simples ritual. Mas que perturba milhares de mentes.
As idéias vêm e vão. Você quer pegá-las, quer tocá-las, quer mostrá-las aos outros, mas não é tão fácil.
Que outros? Pessoas. E o que têm as pessoas a ver com suas idéias? Por que a necessidade de escrever para elas?
Ora, quem escreve o faz para que alguém leia. Seja um livro, uma carta, uma redação, ou até mesmo um diário porque insconscientemente quem escreve um diário, deseja que outra pessoa o leia, tipo, aqueles achados como o da triste história da menina judia Anne Frank que morreu nos campos de concentração da Alemanha, cujos escritos pessoais foram encontrados por seu pai (único sobrevivente) e publicados.
O ser humano é um ser social. Ele possui cinco necessidades básicas para se sentir feliz: ser livre, ser útil, ser amado, ser elogiado e ser reconhecido. Atenção a estas duas últimas: ser elogiado e reconhecido.
Há diversas formas para conseguir isso: alguns pintam, outros cantam, alguns ensinam e por aí vai. Mas há aqueles que querem imprimir sua marca em dezenas de folhas de papel (bem, na era atual, a maioria prefere em diversas páginas web).
Qualquer um pode escrever, mas nem todos conseguem. Por quê? Talento? Genialidade? Esforço?
Como diz meu amigo diretor de teatro "O ator precisa ter 10% de talento e os outros 90 % de dedicação". Faço das palavras dele as minhas também no caso da escrita.
É, meu amigo ou amiga, se você quer se enveredar pelo caminho da escrita, vai ter que trabalhar, trabalhar e trabalhar. Pesquisa, leitura, escrita, reescrita e mais 50 reescritas até chegar no produto final. Ufa!
Vai encarar?