~Laryaku - Jornal http://animespirit.com.br/lah-chan AnimeSpirit a sua Comunidade de Animes Fri, 09 Mar 2012 13:45:27 GMT pt-br Copyright 2001-2012 AnimeSpirit AnimeSpirit webmaster@animespirit.com.br 1 ~Laryaku http://animespirit.com.br/uploads/comunidade/avatares/22321,031020101604.jpg http://animespirit.com.br/lah-chan <![CDATA[Er...]]> http://animespirit.com.br/lah-chan/jornal/297219/er http://animespirit.com.br/lah-chan/jornal/297219/er#comentarios Tue, 09 Aug 2011 20:28:04 GMT http://animespirit.com.br/lah-chan/jornal/297219/er Olá ;D

Acho que ninguém aqui me conhece mais OKPASPAOKSPSKPKASPKAPSKPASKPASPOKEKAP

Só pra dizer que estou voltando ao site aos pouquinhos. Apesar de muita coisa ter mudado por aqui, eu ainda gosto do site e creio que este ainda não perdeu sua essência.

Bom, nada de útil a dizer.

Bai ~]]>
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<![CDATA[Existe vida após a faculdade?]]> http://animespirit.com.br/lah-chan/jornal/217554/existe-vida-apos-a-faculdade http://animespirit.com.br/lah-chan/jornal/217554/existe-vida-apos-a-faculdade#comentarios Tue, 14 Sep 2010 18:19:00 GMT http://animespirit.com.br/lah-chan/jornal/217554/existe-vida-apos-a-faculdade Outro jornal que não tem nada a ver com animes/mangas/cultura japonesa


Existe vida após a faculdade?


Quando você já é grandinho o suficiente pra entender que logo vais ter que escolher uma profissão e vai ter que lutar por sua vaga na faculdade/universidade escolhida, normalmente você ainda pensa coisas assim “ainda é cedo pra me preocupar com isso”, não é? Bom, eu, Laís, comecei a ter essa noção ainda na sétima série, quando meu irmão mais velho passou no vestibular pra medicina. Daí pra frente os meus pais começaram aquele discurso que todos os pais fazem: Já escolheu a profissão? E eu dizia que não, que pensaria nisso mais adiante. E, francamente, acreditava que o “mais adiante” demoraria um pouco mais a chegar! Mas até que não foi tão difícil escolher. Optei por Psicologia ainda no primeiro ano do colegial, quando assistia a uma palestra.

Mas esse ainda não é o ponto que quero chegar.

Mesmo após ter decidido minha profissão, eu ainda tinha aquela sensação de que ainda ia demorar aquela fase. Ou melhor, a pergunta “E agora? O que vou fazer?” ainda não me passava pela cabeça. Aliás, passava sim, mas sempre tinha aquela resposta pronta “ainda tenho que terminar o ensino médio e a faculdade”. Ou seja, eu tinha uma lista a seguir: Primeiro escola, depois faculdade, depois arrumar emprego.

Mas aí o terceiro ano acabou e eu fiz o vestibular. Apesar de ter estudado horrores naquele ano, não passei da lista de espera. Fiz um ano de cursinho e passei, glória a Deus!, pensei. Fui morar em uma república feminina [óbvio!] junto com duas outras futuras psicólogas, que já cursavam o segundo ano. Embora esses dois anjos que praticamente foram minhas senpais terem cuidado de mim durante o ano todo até que eu me acostumasse com o ritmo das aulas, o choque é grande. Acreditava eu que já estudava loucuras no ultimo ano do EM... ledo engano. Cheguei a ficar quatro dias sem dormir mais de uma hora e meia. Acho que aí nasceu meu vício em café... enfim, embora ter tido de abdicar de muitas coisas nesses cinco anos de curso, foi muito gratificante. Psicologia era mesmo o que eu queria!

[Calma, estou chegando lá! xD]

Mas aí eu me formei ano passado.

“E agora, o que eu faço?” Foi a primeira coisa que eu disse pros meus colegas no dia da colação. “Não sei o que fazer, gente, estou perdida!” E, pra minha surpresa, eles riram. Um deles, chamado Thiago, em especial, me abraçou e me deu um beijo na bochecha, dizendo “Relaxe, La! Todo mundo aqui tá perdido”. Na verdade eu sabia o que fazer. Lembram do terceiro item da lista? Sim, arrumar um emprego. Mas esse item é tão complicado que me apavorava, pois eu sabia que seria definitivamente independente. Teria minha casa, meu carro, minhas coisas, minhas contas etc. [na época da facul, meus pais ainda me sustentavam...riri]

É aí que vem o título desse jornalzão! Existe vida após a faculdade?

A minha resposta é: É agora que a vida começa!

Hoje exerço minha profissão em duas clínicas. Amo o que faço e consigo viver com o que ganho. Sou feliz, tenho meu carro, minha casa, meu noivo! [SIM, o Thiago acima citado e eu estamos noivos *----* *recebeu o pedido mês passado e ainda não acredita*]

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Vocês devem estar se perguntando qual é a razão desse jornal, né? Bem, eu sei que vários usuários daqui estão nessa época de vestibular, estão possivelmente nervosos e ansiosos... Então, aqui fica uma dica: tenham calma, escolham o que vocês realmente querem fazer [sei que não é fácil, mas façam pesquisas, testes vocacionais (ajuda muito!), etc], e se preparem, por que o que vem agora é barra pesada, mas depois que vocês vêem que o seu trabalho redeu frutos cujos vocês vivem deles, é muito gratificante!

Bem, é isso, leitores! =* [Tem alguém aí ainda? o.õ]
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<![CDATA[Ausente por tempo indeterminado. ]]> http://animespirit.com.br/lah-chan/jornal/133712/ausente-por-tempo-indeterminado http://animespirit.com.br/lah-chan/jornal/133712/ausente-por-tempo-indeterminado#comentarios Sat, 21 Mar 2009 21:27:35 GMT http://animespirit.com.br/lah-chan/jornal/133712/ausente-por-tempo-indeterminado Olha, acho que nem preciso postar este jornal. Mas, por fins burocráticos...

...Estarei ausente por tempo indeterminado. Pode ser dias, semanas, ou até mesmo meses.

Mas eu acho que volto.

~Thauzinho, crianças. :3]]>
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<![CDATA[O diário de Anne Frank]]> http://animespirit.com.br/lah-chan/jornal/51733/o-diario-de-anne-frank http://animespirit.com.br/lah-chan/jornal/51733/o-diario-de-anne-frank#comentarios Sun, 30 Mar 2008 00:06:43 GMT http://animespirit.com.br/lah-chan/jornal/51733/o-diario-de-anne-frank Vamos refletir, queridos?

- Como estou sem nada para fazer, resolvi postar este jornal, que acho que será até bom para que algumas pessoas, que acham que sua vida está um lixo, cheio de problemas, reflitam.

- Já aviso que este jornal não tem nada aver com Animes ou mangás



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No Natal passado eu ganhei um livro. O Diário de Anne Frank.

Não levei muita fé nesse livro quando o ganhei. Era apenas um diário de uma garota. Mas não era só isso. O Diário de Anne Frank fala da vida de uma garota judia que foi obrigada a se esconder no sótão de uma casa, por causa do Holocausto.

*Para quem não sabe, o Holocausto foi a perseguição aos Judeus. Um ato abominável, feito pelas mais terríveis criaturas que já existiram, os Nazistas.

Anne manteve um diário entre 12 de junho de 1942 e 1° de agosto de 1944. No qual ela fala sobre suas experiências, suas mágoas e seus pequenos momentos de alegria no Anexo Secreto.


*Anne e sua família foram se esconder no dia 9 de julho de 1942.


O que mais impressiona nesse livro e a fé que Anne tem na vida, na fé que ela tem que vai sair de lá e poder andar livremente pelas ruas. Isso nos faz pensar, uma garota que teve que fugir da morte durante anos, com pessoas diferentes, sem poder sair, sem falar muito alto, sem abrir as janelas etc, faz com que nossos problemas pareçam besteiras.


Aqui estão duas citações de Anne:


Não poder sair me deixa mais chateada do que posso dizer e me sinto aterrorizada com a possibilidade de nosso esconderijo ser descoberto e sermos mortos a tiros. Esta, claro, é uma perspectiva muito desanimadora.”





Domingo, 2 de maio de 1943


“Quando penso em nossas vidas aqui, geralmente chego à conclusão de que vivemos num paraíso, comparados aos judeus que não estão escondidos. Do mesmo modo, mais tarde, quando tudo voltar ao normal, provavelmente vou ficar me perguntando como é que nós, que sempre vivemos tão confortavelmente, pudemos afundar tanto. Estou falando com relação às boas maneiras. Por exemplo, a mesma toalha cobre a mesa de jantar desde que estamos aqui. Depois de tanto uso, é difícil achar partes que estejam sem manchas. Eu faço o máximo para limpá-la, mas como o pano de pratos também foi comprado antes de nos esconder e consiste em mais buracos do que pano, está uma tarefa inútil. Os van Daan estão durante todo o inverno na mesma colcha de flanela, que não pode ser lavada por que todo o sabão em pó é racionado e escasso. Além disso, a qualidade da colcha é tão ruim que ela está praticamente inútil. Papai anda com calças puídas e sua gravata também dá sinais de gasto. A cinta de mamãe arrebentou hoje e não tem conserto, enquanto Margot (irmã mais velha de Anne) usa um sutiã dois números menor do que deveria. Mamãe e Margot compartilham as mesmas três camisetas durante todo o inverno e a minha é tão pequena que nem cobre o estômago. Todas essas coisas podem ser superadas, mas algumas vezes eu me pergunto: como é que nós, cujas posses - desde minhas calcinhas até o pincel de barba do papai - estão tão velhas e gastas, esperamos conquistar a mesma posição que tínhamos antes da guerra?”

Nessas duas citações podemos ver a situação que os moradores do Anexo enfrentam. Eu penso: “E se fosse eu?”

E se fossemos nós que estivéssemos lá, teríamos a mesma vontade de viver que Anne tem, ou correríamos da vida e esperássemos a morte bater a nossa porta?

Se você tivesse que escolher: Passar dois anos num sótão com medo da morte, ou enfrentar os seus problemas atuais?




Eu não sei vocês, mas eu refleti muito com esse livro. Se você puder pedir para o seu pai ou sua mãe que o comprem, peçam.

Eu também não sei se esse livro surtirá tanto efeito de reflexão com vocês, mas pensem, pra que fazer tempestade num copo d’água?


Mas digo que, comigo, esse livro “bateu fundo” porque eu me coloquei no lugar da Anne e dou graças a Deus por não ter nascido há 60 anos atrás, já que sou judia. Eu ficaria louca.
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