Postado em 22/08/2010 16:00
GAÚCHADA AMIGA
EU SEI Q DEMOREI P/ FAZER ESSE JORNAL SOBRE AS DANÇAS TÍPICAS DO RS, MAS EH PQ A FACULL TAH FOGO
TEM ATEH GENTE RECLAMANDO NA FANFIC TENTAÇÃO Q ESTOU POSTANDO PELA MILOKA-CHAN Q EU NÃO LEIO AS FICS DELES MAS ME DIGAM: COMO VOU LER SE EU NÃO TENHO MAIS TEMPO NEM P/ ESCREVER A MINHA?
HJ IREI TRAZER O IMBATÍVEL JOÃO DE ALMEIDA NETO P/ CNATAR P/ VCS COM A MÚSICA DA 32ª CALÍFÓRIA DA CANÇÃO NATIVA DE URUGUAIANA! CD 2
OLHA A MÚSICA - CANTADA
A LETRA DELA E APÓS ELA VIRÁ AS DNAÇAS GAÚCHAS! GOSTARIA Q LESSEM COM MAIS ATENÇÃO A PARTE Q FALA DO BUIGO P/ QUEM JAH VIW UM BAILE GAÚCHO SABE Q QUANDO SE TOCA UM A SALA FICA CHEIA, E AKI VCS PODERÃO ENTENDER!
O Laçador de Barro João de Almeida Neto Composição: Antônio Augusto Ferreira e Mauro Ferreira
A estátua do laçador, Vou fazer outra de barro.
O material que usarei Há que ser desenterrado Dum costado de rodeio Nos paradores do gado,
Pra que este barro contenha Restos de bicho e de gente, E quando moldado venha Com espírito vivente.
Misturo o barro no suor Dessas minhas mãos de oleiro E a alma do laçador É o que procuro primeiro,
Terá que ser alma buena E volte a nascer de novo Corajosa mas serena Como a alma do seu povo.
A estátua do laçador, Vou fazer outra de barro.
Cuidarei que tenha boca Fechada, cerrado o cenho, Pra evitar que solte os gritos Que nem eu mesmo contenho,
Um chapéu com aba grande Pras intempéries da vida, E uma faca que garanta Que não lhe passem por cima.
Os olhos do laçador Serão de um azul profundo Como o céu dos laçadores Que já se foram do mundo,
Mas que sempre, olhando longe, Vejam campo e vejam gado, E não as rugas do arado Da terra exausta de hoje.
Eu não farei uma estátua De bronze, quero de barro, De acordo com a estirpe guapa Do homem do meu estado.
O bronze leva pros anos Um Deus imortalizado, E o barro é o cotidiano Do campo com seu trabalho.
Quem sabe ver o gaúcho, Quem conhece esta querência, Não o vê portando luxo, Nem soberba e imponência,
Mas vê honra e vê respeito Num homem trabalhador, E é justamente este jeito Que quero pro laçador.
A estátua do laçador, Vou fazer outra de barro.
Nos pés as botas franzidas Pelo uso das esporas, Que não cortam, mas convidam Pras lidas do campo a fora,
Nas mãos a crina da rédea Dum gateado de valor, Que sem um cavalo bueno Ninguém se faz laçador.
Por fim, o laço de couro Com a sua argola de aço Como símbolo de um povo Que conquistou se espaço.
Uma campeira esperança De quem tem força no braço, Pois o que a mão não alcança Se traz na ponta do laço.
BEM COMO PROMETIDO AGORA VIRÃO AS DANÇAS! ESPERO Q GOSTEM!!
Sempre que falarmos em história das danças, deveremos ter o cuidado de não afirmar origens, pois existem muitas controvérsias sobre este tema até porque o mesmo ritmo é encontrado em várias partes do mundo mudando apenas as características que cada região possui.
BUGIO Quando falamos em Bugio, lembramos do primata das matas do sul do Brasil, macaco de pelos avermelhados que em muitas de suas atitudes imita ou se parece com o ser humano. Segundo Paixão Cortes e Barbosa Lessa, em pesquisa realizada por volta de 1940 encontram na região das Missões, Planalto e Serra Gaúcha o Bugio sendo dançado em todas as classes sociais. Inicialmente o Bugio era tocado em gaita ponto, ou popularmente como é chamada de gaita de voz trocada que ao abrir e fechar fole tirava-se sons que pareciam ser o do ronco do Bugio, e é assim que surge o ritmo essencialmente gaúcho que tem como sua principal característica o jogo de fole. Mas a relação com o primata não para por ai , pois nos passos da dança imitamos o Bugio na forma de caminhar dando pequenos saltos, ora para um lado, ora para outro.
* FORMA DE DANÇAR: Os passos do bugio são executados em saltos de Polca, porém agora mais compassado. Preste bastante atenção quando do primeiro passo de abrir, pois é neste tempo que executamos um pequeno salto.
CHAMAMÉ Associa-se a palavra “Chamamé” à expressões como “assim no más”, “qualquer coisa”, “a minha amada”, “de qualquer maneira”. A dança originou-se na tribo indígena “Kaiguá”, entre Brasil e Corrientes, pelos índios era conhecida como “Polkakirei”, uma polca movida em ritmo ágil e contagiante, a palavra chamamé teria origem em na frase “Che amoa memé” que significa “te protejo”. Da forma que foi introduzida no Rio Grande do Sul já se perdera parte de sua originalidade. Tomou novas formas, outros instrumentos foram sendo introduzidos e este ritmo se tornou um dos mais empolgantes do nosso Fandango Gaúcho.
* FORMA DE DANÇAR: Sempre alternando um pé e outro como no passo de marcha. 1º movimento: peão avança com seu pé esquerdo em diagonal esquerda, pousando-o no solo e flexionando naturalmente os joelhos. A prenda recua o pé direito, pousando-o no solo atrás do esquerdo. 2º movimento: o pé direito do peão e o esquerdo da prenda realizam uma marcação no lugar. 3º movimento: o peão recua seu pé esquerdo, mais ou menos ao lado do pé direito. A prenda avança seu pé direito para posta-lo próximo ao pé esquerdo. O 4º, 5º e 6º movimento são repetições dos anteriores, porém executados com pés contrários.
CHAMARRA/CHAMARRITA O nome Chama-Rita foi introduzido pelos colonos açorianos quando da formação do Estado do Rio Grande do Sul conforme conta João Carlos Paixão Cortes e Barbosa Lessa na sua obra “Danças e Andanças da Tradição Gaúcha”. Em principio do século XIX a Chamarrita ou Chimarrita já era uma espécie de de Chotes e Valsa quanto a dança e uma espécie de havaneira quanto ao ritmo. Pode-se chamar de Chamarra ou Chimarrita, certo mesmo é que um ritmo muito bom de se dançar.
* FORMA DE DANÇAR: Os movimentos da Chamarra são semelhantes aos da Vaneira, obedecem ao dois pra lá e dois pra cá, diferenciando-se apenas no segundo e no sexto movimento onde acontece uma leve flexão de joelhos tanto do peão quanto da prenda.
CHOTE O chote pode ter tido sua origem na Hungria, mas existem muitas divergências a este respeito. De acordo com Câmara Cascudo, o chote teve sua aparição no Brasil graças ao professor de danças Julles Transsaint, que em 28 de junho de 1851 lançou o chote com sucesso no Rio de Janeiro. Além do Rio Grande do Sul o Chote também é muito executado no nordeste brasileiro nos famosos bailes chamados de Forró.
* FORMA DE DANÇAR: A dança do Chote nos possibilita algumas variações, além da forma enlaçada, encontramos os pares dando-se as mãos e executando figuras como é chamado o chote figurado.
CONTRAPASSO Segundo Algacir Costa, o contrapasso nascera de uma imitação à Marchinha Européia executada em instrumentos de sopro pelos italianos e alemães que colonizaram o Rio Grande do Sul, mas assim como outros ritmos, sofreu alterações quando tocada em instrumentos rude-crioulos. Acredita-se que este ritmo só existe no Rio Grande do Sul e assim como o Bugio é ritmo autenticamente Gaúcho.
* FORMA DE DANÇAR: A dança do contrapasso tem sua coreografia igual ao da marcha porém com seu ritmo um pouco mais lento . Incluiremos neste ritmo um passo que aqui denominaremos de “No Contrapasso”.
MARCHA A marcha que marcou época em nosso País foi a Marcha “O Abre Alas” composta por Chiquinha Gonzaga para o Rancho Carnavalesco Rosa de Ouro em 1899, inspirada pelo ritmo marchado utilizado pelos negros quando desfilavam se requebrando pelas ruas. Um dos ritmos colaboradores para as danças de pares enlaçados foi o One Step, criado nos Estados Unidos no final do século XIX e ínicio do século XX, que logo a seguir veio influenciar as danças de salão brasileiras. No Rio Grande so sul a Marcha tem maior aceitação nos lugares onde predomina a colonização alemã.
* FORMA DE DANÇAR: No exemplo ao lado mostramos um deslocamento onde o peão anda para frente e a prenda se desloca para trás, mas os passos de marcha podem ser executados em qualquer direção, desde que se obedeça 1 passo para cada tempo da música. Esta mesma dinâmica serve para o Chamamé e Contrapasso.
MAZURCA Muito parecida com a Rancheira, a Mazurca tem como principal diferencial a acentuação no segundo tempo da música em meados do século XIX, espalhou-se pela Europa iniciando na Alemanha, fixando-se logo em seguida em París. Entre os anos de 1820 e 1850 chega ao Brasil, foi dançada nos salões gaúchos, mas infelizmente não teve a mesma aceitação como aconteceu com a valsa e a rancheira.
* FORMA DE DANÇAR: Ritmo também executado em seis movimentos, como a exemplo da Valsa e Rancheira, a Mazurca diferencia-se apenas pelo tempo forte que agora é no segundo tempo da musica.
MILONGA Segundo Câmara Cascudo, na língua Bunda, da República de Camarões, Melunga no plural torna-se Milonga, palavra que, por volta de 1829, em Pernambuco, significa enrolação, conversalhada, enredo. Popular no subúrbio de Montevideo e de Buenos Aires ao final do século XIX é canto e dança do tipo da habaneira e do Tango Andaluz. No Rio Grande do Sul, a Milonga foi introduzida ao som da viola que acompanhava os pajadores, logo em seguida outros instrumentos musicais foram sendo adaptados a este ritmo. Acredito que a Milonga seja o ritmo mais romântico dos fandangos gaúchos, acho que os compositores escolheram a Milonga para declarar seus amores, seus romances.
* FORMA DE DANÇAR: A Milonga pode ser dançada de três maneiras diferentes: 1) Milonga Havaneirada: copiando os passos da vaneira; 2) Milonga Tangueada: dançada em passos de marcha; 3) Milonga Riograndense: dançada no chamado dois e um; Escolha a melhor forma e dance mais este ritmo dos fandangos gaúchos.
POLCA Dança de ritmo rápido, a polca é uma dança viva e alegre. Trazida pelos alemães a polca chegou ao RS e sofreu alterações em sua denominação e execução tais como: Arrasta-Pé, Gasta-Sola ou Serrote, quando os passos de marcha eram arrastados sobre os assoalhos dos salões gaúchos. No nosso estado a polca foi adaptada em algumas brincadeiras como a polca de relação, polca das cadeiras entre outras.
* FORMA DE DANÇAR: Pode-se dançar polca em passos de marcha arrastados com a mesma dinâmica dos movimentos da marcha, observando um passo para cada tempo musical e não deve haver contagem de passos (dançar livremente) ou em saltos de polca. Movimento este que deverá ser utilizado no ritmo Bugio. Bastante atenção para o ritmo pois é bastante rápido. Divirta-se conosco, mas sem perder o fôlego.
POLONAISE Segundo a obra “Humaitá Cultura Espontânea de Sua Gente” a Polonaise começa a ser relatada a partir de 1645 e teria sua origem de uma marcha triunfal de antigos guerreiros poloneses. No começo era dançada apenas por homens, mas com a evolução dos tempos foi aceita por pares mistos, dispostos de acordo com a idade e grau de nobreza. No Rio Grande do Sul teve grande aceitação e tornou-se uma dança de integração entre os participantes dos fandangos gaúchos, sendo dançada no início ou pontos culminantes de festividades.
* FORMA DE DANÇAR: Posição Inicial: Os pares formam duas colunas no centro da sala, de um lado peões e a sua direita prendas, tomados pelas mãos. Figura 1: iniciam a volta de apresentação, onde o casal que esta a frente (par guia) conduz o restante do grupo contornando a sala no sentido anti-horário e retornando a sua posição inicial. Figura 2: Os pares soltan-se as mãos e prendas vão para sua direita e peões para a sua esquerda, contornando a sala e se encontrando próximo aos músicos retornando mais uma vez a posição inicial. Figura 3: semelhante a figura anterior porém agora os pares vão alternadamente se dividindo em um casal para cada lado retornando mais uma vez a posição inicial. Figura 4: ao chegarem nas proximidades do palco os pares se aproximam e formam 01 dupla de casais, ou seja 4 dançarinos e desta formam passeiam pelo centro da sala e ao chegarem a extremidade oposta a dos músicos novamente alternando-se 02 casais para cada lado. Figura 5: estes casais ao chegarem próximos ao palco podem se juntar novamente formando agora uma fileira com 4 casais e desfilar pela sala até chegar a extremidade oposta a dos músicos e se dividirem novamente em 2 casais para cada lado. Figura 6: os casais novamente passeiam pelas extremidades da sala e se encontram próximos ao palco agora formando no centro da sala fileiras com 02 casais. Figura 7: ao chegarem na extremidade oposta a do palco os casais se separam novamente indo agora 1 casal para cada lado. Estes ao chegarem próximos ao palco deverão se intercalar voltando assim a posição inicial da dança. OBS: Descrevemos aqui algumas fíguras básicas, mas pode-se criar muitas figuras com formações das mais variadas possiveis, como por exemplo, fileiras, rodas, tuneis, entre tantos outros desde que não se perca as caracteristicas da dança.
RANCHEIRA Criada a partir do ritmo Mazurca, que se difundiu pelo Brasil quando do surgimento do rádio, a Rancheira tem sua característica própria diferenciando-se por ter sua acentuação forte no 1° tempo da Música e não no 2° tempo como é o caso da Mazurca. Neste vídeo veremos a rancheira dançada de forma enlaçada, mas no Rio Grande do Sul encontramos uma variação onde os dançarinos formam duas fileiras, de um lado os peões com a frente do corpo voltada para a extremidade do salão e do outro as prendas, de costas para as extremidades do salão e de frente para o seu par, formando uma espécie de túnel, podendo ser de mãos dadas ou não. O último par a direita dos peões passa por dentro do túnel se posicionando na outra extremidade, todos os pares executam este movimento de forma que este trenzinho ande pela sala.
* FORMA DE DANÇAR: O passo da Rancheira é semelhante a Valsa de seis movimentos, a diferença é que no 1°e no 4° movimento acentua-se uma batida de toda a planta de pé por parte do peão podendo a prenda executar com a meia planta do pé. Vamos aprender aqui duas formas de dançar Rancheira, uma a Moda da Fronteira parecido com a valsa, porém acentuando-se a batida e outra a Moda Serrana, igualmente nas batidas porém um pouco mais saltitada.
TANGO Criado no fim do século XX, nos subúrbios de Buenos Aires, capital da vizinha Argentina, o Tango marca a história e se torna um dos ritmos mais conhecidos do mundo, pela beleza das melodias, mas principalmente pelo encanto dos passos. A palavra tango tem sua origem africana, através do espanhol platino, e significa batida ou pequeno tambor africano.
* FORMA DE DANÇAR: O tango dançado no Rio Grande do Sul é mais simples que o dançado em teatros e casas de espetáculo de Buenos Aires, nossa vestimenta de fandango não nos permite muito malabarismo, dançado em passos de marcha o Tango dos salões gaúchos tem como característica principal o envolvimento entre o par.
TEROL O terol é ritmo que tem sua origem da Mazurca, e se tornou popular principalmente no litoral norte e planalto nordeste do Rio Grande do Sul. Tem como característica os passos puladinhos. Ao invés de enlaçar o par como na valsa o casal pode também tomar-se pelos braços conforme vimos na parte de postura e condução do par. Hoje em dia o passo de terol também é dançado quando se toca uma rancheira a exemplo do pau de fitas, dança tradicional do Rio Grande do Sul. Há, e não vamos esquecer do terol sapateado que pode ser executado entre meio aos pulinhos de marcha.
* FORMA DE DANÇAR: Neste ritmo pode-se observar que os movimentos são os mesmos dos passos de marcha, porém agora saltitados e em meia planta de pé. Hoje em dia pela pouca variação de ritmos nos bailes se executa o passo de terol no ritmo da Rancheira, podendo a postura ser apenas aquela onde o peão e prenda tomam-se pelos braços ou enlaçados como na Valsa. Neste ritmo existe uma variação onde ao invés de saltitar o par executa batidas de toda a planta, sendo duas batidas para cada tempo da música.
VALSA Ritmo que não pode faltar nas festas mais tradicionais da nossa sociedade: casamentos, aniversários, nos bailes de sarau. A valsa a muito tempo vem sendo a rainha das danças de salão, homenageada pelos maiores compositores da história como por exemplo Mozart, Bethoven, Strauss, entre outros. Sua origem mais recente é das danças rústicas Alpinas da Áustria. Ao Brasil este ritmo chegou por volta de 1816 quando era muito dançada no Primeiro e Segundo Império e esta acabou caindo nas graças do povo. Para o Rio Grande do Sul, a Valsa foi trazida pelos imigrantes alemães e assim como outros ritmos ganhou características regionais tanto na música quanto na dança.
* FORMA DE DANÇAR: Existem três formas de dançar valsa. A Valsa Clássica e Capeira com seis movimentos, sendo três movimentos para cada lado e a Valsa Brasileira com quatro movimentos, sendo dois movimentos para cada lado.
VANEIRA/VANEIRINHA/VANEIRÃO Sem sombra de duvida, a vanera é o ritmo mais apreciado e mais executado nos bailes gaúchos. Ritmo afro-cubano a Habaneira influenciou vários ritmos dos paises hispano-americanos sendo difundida na Espanha. Conhecida também como Havaneira, acredita-se que seu nome tenha sido uma homenagem a capital de Cuba, Havana ou também como é conhecida La Habana. Chegou ao Brasil por volta de 1866 e influenciou não só ritmos do RS como também o samba canção dos cariocas. No Rio Grande do Sul, a Vaneira ou vaneira ganhou outros nomes, de acordo com o andamento da música. Vaneirinha para ritmo lento, vaneira para ritmo moderado e vaneirão para ritmo rápido.
* FORMA DE DANÇAR: Os movimentos que demonstraremos a seguir servem tanto para a Vaneira, Vaneirinha e Vaneirão, mudando apenas o seu andamento. Semelhante ao passo de Polca, os passos da Vaneira devem ser executados em quatro movimentos para cada lado, o conhecido dois pra lá e dois pra cá.
POES BEM PESSOAL! AW ESTÃO AS PRINCIPAIS DANÇAS DA CULTURA GAÚCHA OUTRO DIA QUEM SABE EU FAÇO OUTRO FALANDO MAIS SOBRE ESSA TERRA EM Q VIVO E TENHO ORGULHO DE BERRAR P/S 4 CANTOS DO MUNDO: SOU GAÚCHO E ME BASTA!!!!!!!! GAUDÉRIOS PRESENTES GOSTARIA DE AGRADESCER A LEITURA DE VCS! E SE ALGUEM QUISER COLABORAR COMIGO COM AS CULTURAS GAÚCHAS IREI AGRADESCER E O VOSSO NOME IRÁ APARECER COM UMA GRATIFICAÇÃO EM ESPECIAL! ESTOU ABERTO A CRÍTICAS, SUGESTÕES E PRINCIPALMENTE A ELOGIOS! HEHE
UM FORTE QUEBRA COSTELA DE VOLTA E MEIA P/ TODOS! Até um próximo jornal!!!
Escutando: O LAÇADOR DE BARRO JOÃO DE ALMEIDA NETO
Lendo: TESES SOBRE O LIVRO MACUNAÍMA DO MÁRIO DE ANDRADE
Assistindo: LOGO LOGO IREI ASSISTIR UNS VÍDEOS GAUDÉRIOS
Jogando: PALAVRAS P/ JORNAL!
Comendo: NADA
Bebendo: A BOA E VELHA BEBIDA DOS GAÚCHOS - O CHIMARRÃO!
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