Bem,
Antes de eu começar o meu relato, gostaria de informar que eu não poupei nem troquei o nome de ninguém. E todos os acontecimentos são vistos do meu jeito.
Bem, estamos no mês de maio, inicio do segundo bimestre, todos já socializados com sua respectivas escolas, não é? Que sorte de vocês
Pra falar a verdade, eu estava estudando em minha habitual escola, com todos os meus amigos, já que, éramos uma turma grande e todos falavam com todos.
Mas, infelizmente, a minha mãe conseguiu uma espécie de promoção, e com uma “boa mãe” resolveu me tirar da minha perfeita escola e me colocar em outra.
Eu argumentei, é serio, mas ela simplesmente disse: “Meu amor, você está sendo muito infantil, quer dizer, quem me dera se na minha época, a minha mãe tivesse me colocado em uma das melhores escolas, mas não, eu posso, e gostaria que você reconhecesse esse esforço que eu to fazendo por você, sabe, os verdadeiros amigos sempre ficaram conosco.”
Fala sério! Então, não teve jeito, eu tive que ir estudar no Colégio Santa Bartolomea Capitano.
No dia em que disse para os meus amigos, todos choramos, e lamentamos muito, quer dizer, que mãe separa amigos como nós? Eu ia sentir tanta falta de sentar no fundão, e todos formamos um grande paredão, para conversar e bagunçar; as discussões de sociologia com o enjoado do professor; as colas nas provas;o lanche, com refrigerantes e outros petiscos toda final de tarde na sexta-feira... Mas infelizmente a minha vida iria mudar bruscamente.
Meu primeiro dia de aula foi no dia 26/04. Eu sei que ainda é abril, mas a minha mãe achou melhor eu pegar o finalzinho do bimestre, para poder me enturmar.
Eu lembro bem desse dia, minha mãe foi até o meu quarto, me acordou, e quando fui até a janela do meu quarto, estava chovendo horrores, “um sinal” pensei no momento, um sinal de que o dia ia ser uma droga.
Me arrumei e coloquei o estúpido uniforme, uma blusa branca, com a logo da escola em azul. Coloquei a minha calça jeans escura e meio justa, arrumei meu material, peguei meu MP4 e fui pra cozinha. Chegando lá, minha mãe já tava no carro me esperando, então comi só uma maçã e fui.
Quando entrei no carro:
- Vamos meu amor?
- Pode ser... – eu disse revirando meus olhos, mostrando a minha imensa felicidade
- Paola, meu amor... Eu odeio quando faz essa cara... Você faz parecer que eu sou a vilã da historia...
Mas você não é?
- Tudo bem mãe...
Seguimos o caminho caladas, e fiquei ouvindo musica o caminho todo.
- Chegamos meu amor... Te amo...
- Tá Tchau!
E saí do carro. E foi aí que o meu inferno começou.
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Bem, se houver bastante comentário, eu posto logo a segund