Postado em 15/02/2010 17:33
Nossa... Esse título me fez pensar em algumas coisas. Por que, aparentemente, quando se chega ao final não há a sensação de que Maria é uma prostituta.
"Aprendeu também que existia um lugar chamado "longe", que o mundo era vasto, sua aldeia era pequena, e as pessoas mais interessantes sempre terminavam indo embora." Pior, Maria, é que as pessoas são as mesmas para onde quer que se vá.
"Nada de precisar de homens" Hm... Isso aqui não foi lá muito bom de se ler ¬¬
Sinceramente, essa questão de amor é questão de valor. Unicamente. Valores são impostos pela sociedade, logo, o amor é uma questão de época. O amor não é a mesma coisa em épocas diferentes, mas, para mim, o ideal do romantismo é o que mais cobramos atualmente. Descobrimos, após um tempo, que valores são coisas que aprendemos na infância, mas a maioria de nós perde na maturidade e que, para sobrevivermos, há que se adaptar ao sistema, que lhe ensina a amar pelo visual. Não há como descobrir o amor sem saber quem é você mesmo, eu acho. E não há como saber quem é você mesmo sem que o outro lhe diga isso. Eu sei, é estranho.
Gostei do seu texto. Trata de assuntos ainda tabuizados de forma, como você disse, contundente. |